terça-feira, 1 de abril de 2008

Mealhada Minha terra!

Que cada homem resolva assumir-se como um ser realmente pacífico, de facto igual em essência aos outros seres, a quem respeite as diferenças, e com quem se assuma solidário. Até que cada um, em vez de exigir, faça. Até que cada um, em vez de pedir, dê. Até que cada um, em vez de prometer, cumpra. Até que cada um, em vez de apregoar, se assuma. Se assuma como real partícula do todo ou, para aqueles que assim preferirem, de Deus.
Nesta minha terra, onde muitos me viram nascer, crescer, me viram ir trabalhar.
O trabalho sempre foi fora da minha terra, mas não importa, até ao ponto em que olham para mim com um olhar estranho, o olhar da descriminação, ó pior o olhar vinha dos que auto designam bem feitores, amigos da igualdade de oportunidades.
Mas tudo se ultrapassa, mas há sempre o dia em que nós precisamos de apoio, de muito apoio. Então, todos estão prontos, falamos tudo, é fácil, ou parece fácil, mas quando voltamos para falar dos problemas ninguém se lembra, tudo se esqueceu.
São as falsas moralidades,é como se dissessem o problema é teu, resolve-o…sim é verdade o problema é meu mas não iludam, não enganem, quem já está sofrer, sejam verdadeiros, ajudem só quem vos interessa, sim, é isso quem vos interessa, porque é assim que fazem, e conquistam o poder. É pena que não dêem oportunidades ás pessoas.
Para mostrar as suas capacidades de trabalho...

1 comentário:

casteli disse...

peixoto já devias saber que a riqueza da mealhada está aí... se tiveres uma mente sã não precisas do olhar da fustracão!
castela.