sábado, 19 de janeiro de 2008

ÉS TU...


Foste tu...
Deste tudo por mim.
Foste, voltaste, mas sempre com Amor, o carinho, o acerto dos ponteiros do relógio que por muito que persistam não era regulável, foste tu, sim tu, consertaste este relógio, parado no momento, na vida na destruição.
A ti devo a ambição de poder ser outro, no mesmo que sou, só precisava do verbo Apoiar, bem conjugado e tu conseguiste.
Hoje sou o mesmo mas estimulado, bem estimulado, hoje sinto o que não sentia antes, olho de frente para tudo o que a vida me dá as más e boas coisas, não preciso de alegorias na vida, mas sim de Viver.
Obrigado

1 comentário:

margarida disse...

às vezes andamos uma vida inteira e nada nos muda para melhor...apenas nos ensina a viver conforme podemos... um dia de cada vez, pois o futuro é sempre a mesma coisa...tristezas e desilusões. até mesmo nos momentos que podiam ser tão felizes, há sempre algo ou alguém a matá-los sem dó nem piedade, só por puro egoísmo e inveja.
alegro-me por saber que és diferente de mim.
um abraço