sábado, 2 de agosto de 2008

A SOLIDARIEDADE PORTUGUESA PARA NATÁLIA



Na missão de paz da GNR em Timor Leste, fizemos paz, trouxemos esperança de vida para a
pequena Natália que tem um rosto triste, olhos do fim do mundo.

Vivia com os sete irmãos nos arredores de Timor e, há muito tempo, padecia de um tumor cerebral. Graças ao apoio de gente solidária, foi transferida, anteontem, para o Hospital S. João, no Porto, para ser operada.
Se a solidariedade faz mover montanhas e não tem limites, então a história de Natália, 10 anos, aluna da Congregação de Santa Rafaela Maria, em Timor, poderá traduzir-se numa vida diferente e voltar novamente a sorrir. "Ela andava sempre com os olhos inchados, vermelhos e tinha comichão. Não tinha vontade de brincar com os irmãos", conta Plagio Aparício, 45 anos, agricultor, vindo de Timor no avião fretado pela GNR (que terminou mais uma missão em Díli) junto à Unidade de Hematonlogia Pediátrica do Hospital de S. João, no Porto.
No seu dialecto soltam-se palavras em português à mistura com outras em dialecto local. Transporta, no entanto, "confiança e fé" na cura da filha e, sem rodeios, diz ter sido uma "grande sorte" ter apanhado gente boa e interessada na pequena Natália. "Os sintomas da doença foram detectados por uma religiosa. Mais tarde, conseguiu levar lá a minha casa, nas montanhas, um médico. Deus esteve sempre do nosso lado", diz o pai.

Bem haja para Natália!

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

IGNORÂNCIA


Estranhos de saber nada, nunca ter a certeza

Do que é verdadeiro ou direita ou real,

Mas forçado a beneficiar ou assim que eu sinto,

Ou Bem, parece que faz isso:

Alguém tem de saber.

Estranhos de ser ignorantes de como as coisas funcionam:

A sua habilidade em encontrar o que precisam,

Seu sentimento de forma, e pontual disseminação de sementes,

E a vontade de mudança;

Sim, é estranho,

Até mesmo a usar esse conhecimento - para a nossa carne

Rodeia-nos com as suas próprias decisões --

E ainda gastar toda a nossa vida em imprecisões,

Que quando começar a morrer

Não tem nenhuma ideia porque.


(Philip Larkin, O Casamento Whisun, traduzido por Egídio Peixoto)

MUDA

Mas começa devagar,
porque a direcção é mais importante
que a velocidade.
Senta-te noutra cadeira,
no outro lado da mesa.
Mais tarde, muda de mesa.
Quando saíres,
procura andar por outro lado da rua.
Depois, muda de caminho,
anda por outras ruas,
calmamente,observando com atenção
os lugares por onde tu passas.
Apanha um autocarro .
Muda por uns tempos o estilo de roupa.
Dá os teus sapatos velhos.
Procura andar descalço alguns dias.
Tira uma tarde inteira
para passear livremente na praia,
ou no jardim,
e ouvir o canto dos passarinhos.
Vê o mundo de outras perspectivas.
Abre e fecha as gavetas
e portas com a mão esquerda.
Dorme no outro lado da cama...
depois, procura dormir em outras camas.
Vê outros programas de televisão,
compra outros jornais...
lê outros livros,
Vive outros romances.
Não faças do hábito um estilo de vida.
Ama a novidade.
Dorme mais tarde.
Dorme mais cedo.
Aprende uma palavra nova por dia
numa outra língua.
Corrige a postura.
Come um pouco menos,
escolhe comidas diferentes,
novos temperos, novas cores,
novas delícias.
Tenta o novo todo dia.
O novo lado,
o novo método,
o novo sabor,
o novo prazer,
o novo amor.
a nova vida.
Tenta
Procura novos amigos.
Tenta novos amores.
Faz novas relações.
Almoça em outros sítios,
vai a outros restaurantes,
experimenta outra bebida
compra pão em outra padaria.
Almoça mais cedo,
janta mais tarde ou vice-versa.
Escolhe outro mercado...
outra marca de sabonete,
outra pasta dentífrica.
toma banho em novos horários.
Usa canetas de outras cores.
Vai passear em outros lugares.
Ama muito,cada vez mais,
de modos diferentes.
Troca de bolsa,
de carteira,
de malas,
troca de carro,
compra novos óculos,
escreve outras poesias.
Joga relógios velhos,
quebra delicadamente
esses horrorosos despertadores.
Abre conta em outro banco.
Vai a outros cinemas,
outros cabeleireiros,
outros teatros,
visita novos museus.
Muda.
Lembra-te de que a Vida é uma só.
E pensa seriamente em arranjar um outro emprego,
uma nova ocupação,um trabalho mais light,
mais digno,
mais humano.
Tu sabes não encontrar razões para ser livre,
inventa-as.
Sê criativo.
E aproveita para fazer uma viagem despretensiosa,
longa, se possível sem destino.
Experimenta coisas novas.
Troca novamente.
Muda, de novo.
Experimenta outra vez.
Tu certamente conhecerás coisas melhores
e coisas piores do que as já conhecias,
mas não é isso o que importa.
O mais importante é a mudança,
o movimento,
o dinamismo,
a energia.
Só o que está morto não muda!

(Edson Marques) adaptado por Egídio Peixoto

PROJECTO DA PLATAFORMA RODO-FERROVIÁRIA FOI RETIFICADO


Ministério do Ambiente ratifica estudo de Impacte Ambiental da plataforma rodo-ferroviária da Pampilhosa.
O estudo de impacte Ambiental relativo à área do projecto da plataforma rodo-ferroviária da Pampilhosa foi ratificado pelo Ministério do Ambiente. No âmbito do processo de consulta pública, foram apreciadas todas as exposições, relacionadas com o processo em avaliação, que foram apresentadas por escrito e dirigidas ao Presidente de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro enquanto Autoridade de Avaliação de impacte Ambiental. Esse período terminou no dia 8 de Maio. Posto isto o Projecto da Plataforma Rodo-ferroviária foi ratificada pelo Secretário de Estado do Ambiente Humberto Rosa.

CAVACO FAZ DO POVO "BURRO"?

Comunicação ao País do Presidente da Republica
As reservas do PR travam trabalho de anos dos deputados açorianos...
PR, dramatizou e parece que:
A montanha pariu um rato!
Cavaco Silva quase suspendeu o país para isto?
Mais valia estar calado…ou então é encenação com a dama de lata (Ferreira leite), já que ela não consegue liderar bem o PSD, o Cavaco tentar remediar.
O ridículo é interromper as férias para não dizer nada…ou então o que tinha a dizer comunicava ao parlamento (AR).
Coitado estragou as férias, e se precisava delas já que o povo não as pode ter ele estava a gozar por todos nós, para isto! Estou triste, mesmo triste porque ainda estraga o bronze e é pena para um chefe de estado como o Sr. Silva, Com um bronze que não dignifique o País!

quarta-feira, 30 de julho de 2008

“PS LANÇA PC”


Claro que não é o que estão a pensar, o governo PS não lançou o Partido Comunista (PC), mas sim um computador portátil fabricado em Portugal, em parceria com a “INTEL”, dirigido a crianças do 1º ciclo.
Parece que Portugal está a dar cartas a muitos países na era da informática ao nível do ensino. Pois são poucos os países que apostam em novas tecnologias ao nível do 1º ciclo até ao secundário. Com o programa “e escola”.
Portugal está de parabéns, só com conhecimento em novas tecnologias desde tenra idade poderemos ser melhores, porque desenvolvemos o gosto pela inovação.

terça-feira, 29 de julho de 2008

LIVRO "O JAVALI" APRESENTADO NA MEALHADA


A Câmara Municipal da Mealhada, apoia Livro científico sobre o “Javali”.
No dia 23 de Julho na Biblioteca Municipal da Mealhada, decorreu a apresentação do livro Científico “O Javali” da autoria de Carlos Fonseca e Fernando Correia, com edição de João Azevedo. A apresentação foi feita por Jorge Cancela, da Direcção Geral dos Recursos Florestais, e contou com a presença do Presidente da Câmara de Penacova, Maurício Marques, Carlos Cabral Presidente da Câmara da Mealhada, entre outros Autarcas e familiares.
Este livro retrata o javali em Portugal e no mundo. É uma obra marcante na divulgação do conhecimento da espécie. É uma obra de linguagem acessível, rica em termos de conteúdo, é de salientar o trabalho do Prof. Carlos Fonseca, devidamente ilustrado pelo Dr. Fernando Correia.
Também de salientar o carinho com que a Câmara da Mealhada apoiou o projecto, em que os autores louvaram e agradeceram.
A Mealhada tem de andar de braço dado com a cultura…isto penso eu! E fez bem em apoiar este projecto como outros que possam surgir, porque a Mealhada precisa de "beber" cultura!

NÃO


Não formar nenhuma ideia
Do que somos ou seremos
Mas entre as vozes que fogem
Precisar o que dizemos.
Dormir sonos ante-céus
Abismos que são infernos.
Dormir em paz. Dormir em paz,
Enfim a nota segura.
Lembrar pessoas e dias
Que penetraram no espaço
De eventos primaveris.
E dar a mão aos espectros
Beijá-los lendas,perfis.
Amar a sombra,a penumbra
Correr janelas e véus.
Saber que nada é verdade.
Dizer amor ao deserto
Abraçar quem nos ignora
Dormir com quem não nos vê
Mas precisar do calor.
De quem nunca nos encontra.

(Natércia Freire)

segunda-feira, 28 de julho de 2008

POBRES DE ESPIRITO


Quem rouba uma arte doutrem, de antemãos

e dá a esse exercício, que é senão um ladrão

sem vergonha ou bom senso ou credibilidade

e, em tudo que põe mão, seu nome falsidade


Pior quando diante das evidências julga razão

defendendo o iníquo nome com a indignação

dos falsos profetas, omitindo aí toda verdade

pois palavra rarefeita é, o que usa, iniquidade


Gentinha assim, não carece doutros o perdão

mas pena e indiferença, a quem com dignidade

leva adiante, sua vida régia, sem contestação

Então temos de lutar, contra a escamoteação

eis sujeitos estamos, a toda a podre realidade

e, que anda, de boca em boca, de todo o vilão


(Jorge Humberto)

domingo, 27 de julho de 2008

Jardim diz que ter um primeiro ministro como José Sócrates é um "insulto" aos portugueses



O presidente do PSD-M, Alberto João Jardim, disse hoje que é "um insulto" Portugal ser governado por um primeiro-ministro como José Sócrates e afirmou que os sociais-democratas madeirenses tudo farão para permitir uma viragem política.

Penso que não seria digno de comentário mas...
Este senhor parece mais um "cão" que não conhece o dono. Será que este "atrasado mental" não tem dois dedos de testa para reconhecer que ele e alguns madeirenses se alguma coisa tem devem aos portugueses que vivem não só em Lisboa mas em Portugal. Acho que já é tempo de acabarmos com este arruaceiro nos bastidores de Portugal e deixá-lo lá com o seu condado que em nada nos interessa, pois quem nos coma aquilo que nós desembolsamos em impostos já cá temos, não precisamos de ser comidos por alguém que não sabe reconhecer o esforço daqueles que lhes mata a fome.

Peço desculpa, mas para este senhor só assim!

Para os Madeirenses o meu apreço porque não tem culpa do "verme" que os governa!