quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

O VETO DE CAVACO


SEU SIGNIFICADO

Pela primeira vez, Cavaco silva vetou politicamente um diploma legislativo oriundo do Governo. Juridicamente, nada mais resta ao Governo do que submeter o diploma à Assembleia da República sob a forma de proposta de lei e esperar que esta o aprove. A partir daqui, Cavaco ainda pode voltar a vetar o diploma aprovado, embora não seja nada provável que o faça, já que a mesma maioria que o aprovou certamente o aprovaria de novo.
Mas não é deste ponto de vista que a questão tem interesse. Nem tão-pouco do ponto de vista das razões invocadas para o justificar. Embora se trate de um meio onde ferozmente se defrontam lobbies muito poderosos, capazes de invocar as mais variadas razões de “interesse público” para fundamentar a defesa dos seus lucros milionários, e embora se saiba também que Cavaco Silva é muito sensível ao "empreendedorismo", como a promoção dos negócios de Rendeiro e as amizades com a gente da SLN/BPN amplamente demonstram, não é por nenhuma destas razões que o veto é notícia.
Na recente campanha eleitoral para Presidente da República, nos auto-atribuídos predicados que um candidato ao lugar deveria ter, um deles era a capacidade relacionamento com os demais órgãos de soberania, atributo de que Cavaco se vangloriava a ponto de ter afirmado nunca haver vetado um diploma do Governo. E porquê? Depreendia-se que este seu record resultava da sua capacidade para negociar com o Governo as alterações julgadas adequadas ou para, pelo menos, abrir um processo de discussão susceptível de permitir ao Governo a justificação das opções tomadas.
Desta vez Cavaco não fez nada disto. Pelo contrário, surpreendeu o Governo com o veto do diploma. É claro que Cavaco quis com este veto fazer “prova de vida”. E esta prova tinha, preferencialmente, de ser feita em relação a um acto do Governo. Só que esta “prova de vida”, numa personalidade como Cavaco, tem um significado que vai muito para além daquilo que poderia ser uma simples demarcação do seu espaço político. É uma verdadeira retaliação.
O Cavaco que vetou é o mesmo Cavaco que por duas vezes discursou no dia 23 de Janeiro. Cavaco tem uma questão pessoal a resolver com o Governo e como não é capaz de a ultrapassar vai seguramente multiplicar os gestos de hostilidade e rancor.
Para o Governo, numa perspectiva eleitoral, não será mau de todo. Provavelmente, será mais fácil ganhar a Cavaco e ao PSD juntos, com cada um a pretender demarcar-se do outro, do que ao PSD só.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

SERÁ? ESTA A FORMA ...


A FUNDAÇÃO BUÇACO, vai promover passeios ao domingo na mata será esta a maneira mais correcta de atrair turistas? Com estes preços para se visitar o que é da natureza, na natureza não se paga tanto cuida-se, aqui paga-se e bem...
Em tempos como os que vivemos penso que será muito difícil, talvez...falta de imaginação...

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

FUNDAÇÂO BUSSACO


Será que a FUNDAÇÃO BUÇACO tem feito sentido?

Será que tem procurado todos os interesses da mata?

Será que tudo o que aqui está escrito no texto do senhor Ferraz está correcto?


Cá me queria parecer que nada sabiam de turismo ou florestas. E particularmente da floresta do Buçaco.

Primeiro porque só quem não conhece o ciclo da Mata se aventura a fazer festas e arraiais em pleno Inverno, porque para isso o lugar é impróprio, incómodo e impossível. O Inverno da Mata do Buçaco, para quem conhece minimamente a floresta, é frio, diluviano, enevoado, húmido, inclemente e as noites sobretudo, são por consequência insuportáveis. Cabe aos mais bem aventurados haver um hotel de cinco estrelas e só ali, sinceramente, se poderá aguentar a regularidade do clima. Os frades não o tinham, recolhiam cedo ás celas e ao aconchego das ermidas. Coziam o pão nas fogueiras dos borralhos, como dizemos nós, os de baixo, quando as nuvens se arrebitam pelo costado da serra.

Daí que as festas, como a grande maioria das visitas, se guardem para o Verão, para a romaria da Ascensão, para o renascer da primavera e depois para o calores estivais quando em realidade a Mata se torna num sítio fresco e apetecível, mercê do lençol de água onde assenta o comprimento do corpo e daquela que, teimosa, lhe fura os órgãos e assoma á superfície. São as fontes, os ribeiros, os regatos onde nos apraz sossegar das queimaduras do estio.

Por outro lado, no Inverno este chão precisa que se encharque a serra, que apodreça a folhagem e se mantenha o húmus natural que dá força e vida á vegetação abundante. A floresta é viva, precisa de descanso e de tranquilidade, precisa de dormir para se recompor da carga demográfica do verão que lhe calcou a pele e lhe destruiu muito das entranhas. Por tal motivo precisa de tempo não de agressões. Como qualquer mortal, também o coberto vegetal precisa respirar e só assim quando chegar a primavera, renasce com força e com defesas para seguir para cima e se revestir de verdes. E continuar o caminho que quatro séculos atrás abnegados monges começaram. Com devoção e amor.

Falta a estes compadres de algibeira algum dinheiro na bolsa e muito caco no miolo e na ânsia de vender seja o que for, acabam por destruir aquilo que está. Fazem-no por ignorância, acredito, não nasceram para técnicos de florestas nem para tal se prepararam, tomaram conta do terreno como se fossem família ou se tratasse dum trono, ainda que, quero acreditar, um dia se esclarecerão os porquês! E tanto assim é que, na ganância do corte de pinheiros, foram abaixo por insensatez ou ignorância, não sabemos, vinte pés de azevinheiro, uma espécie protegida por lei, que subsiste e reproduz na encosta norte da serra o que, a par com as bolsas do Gerês, será dos locais onde melhor se pode conservar a árvore em extinção. Proibido por lei, o corte é crime, tanto quanto suponho extensivo a toda a gente, a não ser que algum decreto-lei desconhecido tenha isentado da própria alguns grupos sociais ou políticos, o que não me admiraria. De qualquer maneira ninguém se vai lembrar mais disto e naturalmente, como neste país é tudo natural para algumas pessoas, é a impunidade que vai fazer esquecer o acto.

Como o seria em relação á enorme fogueira que queriam atear frente ao hotel, se tivessem público para a saltar e que adiaram a tempo para não deitar fogo á Mata, mas na verdade, porque não apareceu ninguém.

A propósito não resisto a transcrever da internet o comentário dum visitante, talvez dos únicos, que se apresentou nos festejos e escreveu a sua

opinião no sitio do diário As Beiras, de Coimbra. Diz assim:

Fui ao Buçaco com a família ver o tal presépio ao vivo. Á entrada cobraram-me 5 euros para percorrer uma estrada cheia de lama e de árvores cortadas. Depois fui ao palácio, estacionei o carro e 30 minutos depois já estava de arrancada porque sinceramente, foi uma desilusão. Muito arcaico, sem brio ou interesse e ainda me queriam cobrar mais 2 euros por cabeça (somos 5 pessoas) para visitar o Convento. Nem uma casa de banho digna desse nome para apoio! Metemo-nos no carro e regressamos a Coimbra com a sensação de que fomos enganados.

Para além destes absurdos natalícios, este ano a Mata está fechada aos habitantes da região, aqueles que a visitam no inverno porque a Mata também é deles através dos impostos que pagam e que lhe acodem no calor do Verão se algum incêndio ameaçar avanço muros adentro. Essa cota parte, é pouco lúcido restringi-la por todas as razões. A febre do dinheiro não justifica passar por cima do respeito que se deve pelo menos ás gentes do município, para não ir mais longe. O tomar conta do espaço como coisa familiar não é correcto e abona pouco os autores desta proeza.

Não só se está a destruir o Buçaco físico, como o nome do Buçaco em termos de turismo. Os compadres, que na feira do Cartaxo já tinham dado um ar da sua graça, não aprenderam nada desde então.

Na demagogia duma propaganda laparota vejo escrito milhares de turistas de visita. Não os vi, mas muito mais significativo do que não os ver é que nenhum desses numerosos turistas fez uma dormida na freguesia do Luso nem no município, o mesmo acontecendo em relação a refeições ou outros gastos, nos limites cá de cima. Aí por baixo, talvez possuam oculares diferentes e vejam alguma coisa e caso não vejam, sempre podem inventar e inscrever na propaganda que pagamos.

De qualquer modo fica a pergunta: serão estes turistas que os especialistas da fundação procuram? Ou serão turistas da afundação? FS

Buçaco.blogs.sapo.pt

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

TER O BOLO E COMÊ-LO


A direita mais ferozmente contra o tamanho do Estado vê-se a braços com um problema:

por um lado, quer manter o seu discurso do Estado mínimo, bonito, ideologicamente ancorado, apelativo;

por outro, anda a descobrir que diminuir o Estado chateia imensa gente que vota.

É um problema. Veja-se o último exemplo: "Pedro Passos Coelho insistiu hoje, em Braga, na necessidade de se fazer a reforma urgente do sector empresarial do Estado, mas evitou falar de despedimentos na função pública".

sábado, 29 de janeiro de 2011

O PRESIDENTE PERDIDO!...


Vasco Pulido Valente, O Presidente perdido, hoje no Público. Breve excerto, sublinhados meus:


«Temos de voltar ao essencial. O dr. Cavaco perdeu. E fez mais do que perder uma eleição. Comprometeu gravemente o regime, que daqui em diante já não pode funcionar com qualquer espécie de “regularidade”. Com 54 por cento de abstenção, um Presidente, este ou outro, não tem a força e o prestígio para dissolver a Assembleia ou sequer para exercer uma influência pesada sobre o Governo. Está sempre numa posição de claríssima fraqueza, porque nada lhe garante que os poucos votos de 23 de Janeiro (menos de um quarto dos portugueses) lhe cheguem para sancionar ou impor uma decisão [...] obrigado a negociar a todo o momento cada passo e cada palavra.

E assim o homem, que devia assegurar a estabilidade da República, acabou em cinco anos por a comprometer.
[...] Andou por aí, como um fantasma, sem uma palavra pertinente, um gesto de afirmação, uma vontade clara. E ficou, como era de esperar, sozinho. O que não importaria muito, se Portugal não precisasse, como precisa, de um Presidente.»

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

A "iniciativa privada" no seu melhor: sempre a clamar contra o Estado e, ao mesmo tempo, sempre a exigir subsídios e apoios


• Manuel António Pina, Ensino privado, dinheiro público:
    O Governo entende, e bem, que o Estado não deve financiar os colégios privados com contrato de associação (onde o ensino é, como nas escolas públicas, pago pelos contribuintes) com valores superiores àqueles com que financia as escolas públicas.

    Mas os colégios querem mais, e, ontem, dirigentes de alguns deles, arrastando consigo pais e crianças (há notícia de casos em que as crianças que não foram a essa e a outras manifestações promovidas pelos colégios tiveram falta), depositaram caixões junto do ME, querendo com isso simbolizar a "morte" do ensino privado... por ter que viver com o mesmo com que vive o ensino público. É a "iniciativa privada" no seu melhor: sempre a clamar contra o Estado e, ao mesmo tempo, sempre a exigir subsídios e apoios.

    Diz a ministra que o Estado não deve contribuir com dinheiro dos contribuintes para as piscinas, o golfe e a equitação de alguns colégios privados, e é difícil não lhe dar razão. (…)

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

ELEIÇÕES 2011: CAVACO TEVE UMA VITÓRIA AMARGA...


Como era de esperar Cavaco recusou-se a dar explicações sobre os seus negócios colocando-se acima dos portugueses e apostando numa vitória eleitoral como prova da sua honestidade. Para Cavaco o português comum é julgado nos tribunais enquanto os políticos são julgados em eleições, como se os eleitores tivessem sido empossados no estatuto de juízes.

Ao apostar na vitória numa primeira volta Cavaco pretendeu retomar o estatuto de presidente no pressuposto de que com a cobertura da dignidade institucional do cargo põe fim ao escrutínio da regularidade dos seus negócios. Vivemos num país em que são os cargos que dignificam as pessoas e não estas que dignificam os cargos, na nossa história não são raros os casos em que a justiça aguarda pelo fim dos mandatos para actuar, até com dirigentes desportivos isso já sucedeu no passado.

O facto é que os negócios de Cavaco Silva suscitaram dúvidas que ele se recusou a esclarecer, dúvidas que são adensadas pelo facto de alguns dos seus parceiros de negócios terem sido os responsáveis pela maior fraude financeira na história de Portugal, e porque alguns dos benefícios financeiros obtidos por Cavaco Silva terem em comum com essa fraude a mesma fonte de dinheiro.

O Cavaco reeleito nestas presidenciais tem menos credibilidade do que o foi eleito há cinco anos, depois de um mandato medíocre manchado por episódios obscuros como o das escutas a Belém recusou-se a prestar os esclarecimentos necessários para dissipar quaisquer dúvidas quanto à sua honorabilidade. Pior, desculpou-se de forma ridícula, chegando ao ponto de se armar em mísero professor ignorante em mercados financeiros ou de um ignorante em negócios onde só assinava os cheques.

A máquina de Belém e as vastas influências do cavaquismo institucional poderão calar uma boa parte da comunicação social o que, aliás, já sucedeu na segunda semana da campanha. Até poderá levar a justiça a fazer vistas largas, a mesma justiça que se deu ao trabalho de investigar coisas tão delituosas como as licenças de construção da autarquia da Covilhã ou um diploma da Independente. Mas dificilmente silenciará toda a comunicação e muito menos este poderoso instrumento de comunicação que é a internet.

Cavaco ganhou as presidenciais mas sofreu pesadas derrotas, não viu o seu mandato legitimado com o voto esmagador que as falsas sondagens previam, a sua honradez foi questionada sem que a tivesse sabido defender, teve menos votos do que nas eleições anteriores, foi o presidente reeleito com menos percentagem e com menos votos, deixou de estar acima de qualquer suspeita.

Cavaco teve uma amarga vitória.

sábado, 22 de janeiro de 2011

EM DIA DE REFLEXÃO


Não me basta a alegria que me basta.
Tenho necessidade de ganha-la.
Alheio, o coração não se me cala,
tanto mais alto quanto mais se arrasta.
É muita a gente, mas a terra é vasta
para lhe dar abrigo e alimenta-la.
Sabe-o a simples mãe que um filho embala.
Sabe-o quem da razão se não afasta.
São uns donos de tudo, outros de nada.
Esta desigualdade é que é errada.
A riqueza porque anda repartida ?
De todos só o será , se de ninguém.
Antes que o seja, que importância tem
falar-se de comum direito à vida ?

Armindo Rodrigues

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

ANADIA APOIA CAVACO...(CORREIA de CAMPOS) e CAVACO MELHOROU A LEI DOS COLÉGIOS...PORQUE NÃO VETOU?




O Zé Manel Ribeiro, esqueceu-se de dizer que quem promulgou as ditas leis do ensino Particular, e disse que assim, depois dos seus reparos, estavam mais justas, e então todos disseram que foi um recuo do governo... foi Cavaco que promulgou e o PSD E O CDS ficaram contentes com o recuo de Isabel Alçada.

Na Saúde, Cavaco gosta muito de ex-ministro da saúde do PS, que foi carrasco de Anadia, Correia de Campos, que é um fervoroso seu apoiante.

Ai Anadia, Anadia, como se enganam tão bem só pelas cores laranjas...tanto lutaram e agora entregam-se, só mostra falta de capacidades, e espírito combativo, ou talvez estejam melhores com tudo o que foi feito na área da saúde pelo PS e só falaram por falar como os "papagaios"...
Talvez, porque é o PS que governa...



INFORMAÇÃO AOS MILITANTES
A Comissão Política e a Mesa da Assembleia de Secção de Anadia do PSD (PSD/Anadia), reunidas em
17 de Dezembro de 2010, deliberaram tornar público as seguintes posições:
1. (Re)Candidatura Professor Cavaco Silva à Presidência da República.
O PSD/Anadia congratula-se pela recandidatura do Professor Cavaco Silva à Presidência da
República e vem manifestar o seu inequívoco apoio à mesma. No tempo político que vivemos, o
Professor Cavaco Silva é um dos poucos referenciais de competência e de credibilidade. Durante a
sua Presidência foi sua preocupação preservar a dignidade do discurso político.
O Professor Cavaco Silva, com o seu Sentido de Estado, com a sua experiência, seriedade,
idoneidade e responsabilidade é, sem margem para dúvidas o mais bem preparado para exercer as
funções de Presidente da República.
O PSD/Anadia transmite a sua satisfação pelo facto dos companheiros Fernando Morais da Silva
(1.º Delegado de Anadia à Assembleia Distrital de Aveiro do PSD) e Henrique Fidalgo (Presidente da
JSD/Anadia), serem representantes da candidatura do Professor Cavaco Silva no Concelho de
Anadia.
2. Eventual encerramento de extensões de saúde no Concelho de Anadia.
O PSD/Anadia tomou conhecimento da eventualidade de serem encerradas várias extensões de
saúde no Concelho de Anadia, nomeadamente as de Ancas, Tamengos e Vila Nova de Monsarros.
A confirmar-se a veracidade de tal notícia, o PSD/Anadia vem expressar indignação pelo facto de o
governo socialista continuar com a sua política de encerramento de serviços de proximidade, neste
caso concreto, de saúde.
O PSD/Anadia manifesta a sua preocupação pela possibilidade de vários cidadãos ficarem impedidos
de ter acesso aos fundamentais cuidados de saúde, e demonstra a sua total solidariedade às
populações atingidas e aos seus autarcas.
3. Alteração das regras de financiamento ao ensino particular e cooperativo.
Quanto às alterações propostas, para modificar as regras de financiamento ao ensino particular e
cooperativo, foi com muita apreensão que o PSD/Anadia tomou conhecimento de tal pretensão.
Em tempos de crise, parece-nos bem que os sacrifícios sejam repartidos por todos, mas terá que
haver muita atenção para que, a pretexto da aludida crise, não se tomem medidas que possam
PSD Anadia · Comissão Política · Apartado 153 · EC Anadia · 3781-909 Anadia
E-mail: psd.anadia@gmail.com · Site: http://www.psdanadia.com · http://www.facebook.com/PSDAnadia
comprometer irremediavelmente esta vertente de ensino, medidas essas, baseadas mais em
critérios ideológicos do que de qualquer outra natureza.
Esperamos que haja a sensatez necessária para se encontrar um ponto de equilíbrio, de modo a que
se possa proporcionar também às famílias mais desfavorecidas, o acesso ao ensino particular, não se
excluindo ninguém por critérios financeiros.

Anadia, 17 de Dezembro de 2010
O Presidente da Comissão Política de Secção do PSD de Anadia
- José Manuel Ferreira Nunes Ribeiro -

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

VALE A PENA RECORDAR...



«Sá Carneiro era um grande senhor. Mário Soares é, no máximo, um gajo porreiro. E Cavaco Silva é, no máximo, um tipo vulgar. (...) Cavaco Silva é democrata porque tem de ser, e autocrata quando o deixaram ser. (...) eliminou voluntariamente os pa...rceiros, liquidou talentosamente os concorrentes e construiu um poder rigorosamente pessoal, e, nesse sentido, ilimitado.»


Paulo Portas, ‘O Independente' (30 de Novembro de 1990), a propósito do aniversário da morte de Sá Carneiro.



«A única razão para a teimosia de Cavaco Silva é o medo da liberdade verdadeira, o pânico de uma informação que não pergunta ao dono o que é proibido dizer. (…) Eis a prova dos nove de que Cavaco Silva teve, tem e terá sempre a cabecinha de um funcionário público.»

Paulo Portas, ‘O Independente' (Março de 1990), a propósito da abertura da televisão à iniciativa privada.

Esta também mostra bem o nosso Presidente:

" Só resta esperar que acabem por morrer ", afirma Cavaco Silva sobre os funcionários públicos

« O ex-primeiro-ministro (Cavaco Silva), na resposta à questão de como seria possível o Estado livrar-se dos funcionários públicos em excesso, considerou que a reforma não é solução porque deixariam de descontar para a Caixa Geral de Aposentações, diminuindo as receitas do IRS. »

“Só resta esperar que acabem por morrer”
… frase proferida…
por Cavaco Silva durante uma aula que deu na Faculdade de Economia do Porto.