quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

FILOMENA E AS SUAS MANIAS DO SABE TUDO...



O município da Mealhada tentou organizar um Carnaval da criança, para isso tentou só contar com as escolas do ensino público.


O que deu: nada, claro que não daria em nada, o município da Mealhada para querer organizar um evento deste tipo tinha de contar com as instituições ( IPSS e misericórdia), coisa que não fez e os docentes do publico fizeram uma vez mais um toma à doutora Filomena como já tem sido hábito. Isto porque a sua prepotência de nada valem.


Então, ao que sei pelo menos das instituições da Mealhada, segunda-feira vai haver desfile de Carnaval das IPSS que não foram tidas nem achadas).


Isto só mostra que a Mealhada tem muito que aprender... para isso basta ver a rede social de Anadia que vai promover um Carnaval sexta-feira com todas as instituições do concelho.


A Mealhada tem de mudar em muito na sua rede social e repensar os seus métodos de trabalho, e aqui não quero melindrar o senhor Penetra, que está há pouco tempo nesta área mas sim a doutorasinha que manobra tudo. Não tivesse ela lá toda a sua…


Mas enfim em terra de Carnaval em que se devem motivar os mais novos para este evento, não faz-se tudo ao contrário e tem de vir as IPSS faze-lo. Fazer e fazem-no bem em prol das vivências culturais do concelho.


Mais uma bofetada de luva branca para doutora Filomena, a senhora que pensa que com ela tudo está tratado, assim não Filomena!...


quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

NÃO SEI SE RIA, OU SE CHORE…



Proponho aos políticos portugueses e aos nossos comentadores um exercício interessante, tal como alguns doentes cardíacos andam um dia inteiro com um aparelho que lhes avalia o estado do coração sugiro que gravem tudo o que dizem ao longo do dia e depois entreguem as gravações a magistrados como o juiz de Aveiro, a jornalistas como a Felícia Cabrita ou a políticos como o Rangel. Bem, já os dispenso de mostrarem as gravações aos conjugues pois não quero acabar com casamentos sólidos e até dispenso os dirigentes do Bloco de Esquerda de gravarem qualquer conversa em que discutam a forma de fazer a revolução, não desejo ver os seus nomes incluídos em listas de terroristas e proibidos de entrar nos EUA.


Duvido que algum político escapasse à reforma e muitos cidadãos iriam passar um mau bocado. Imaginem o que seria se ouvíssemos a conversa entre Ferreira Leite e Rangel a combinar o que iria dizer no Parlamento Europeu, ou as conversas entre Cavaco e Fernando Lima.


Não sei se ver o pequeno Rangel a berrar contra a ditadura no seu país como se fosse um líder de um movimento de libertação no exílio me deve dar vontade de rir ou de chorar. Também não sei se hei-de rir ou chorar quando dou com a Felícia Cabrito numa televisão a armar-se em jornalista de investigação, ela que se limitou a receber de mão amiga as transcrições das escutas e dos despachos do juiz de Aveiro, quando se sabe que nada investigou, limitou-se a transcrever o que foi escrito com dinheiro do erário público. No mesmo estado fico quando vejo juízes que deveriam ter por função assegurar a legalidade dos métodos de investigação e a defesa dos direitos constitucionais dos cidadãos investigados escrevem peças que são usadas como prova definitiva apresentada por jornalistas de deontologia duvidosa arvorados em juízes de tribunais plenários. Não sei se hei-de rir ou chorar quando vejo um Presidente da República impávido e sereno enquanto os valores se desmoronam, aguardando tranquilamente que o ambiente de PREC consiga o que o seu assessor Fernando Lima não conseguiu. Também não sei se deverei rir ou chorar quando vejo um candidato presidencial que perante tão grave situação de crise política e financeira deve ter optado pelo silêncio na pesca numa qualquer ribeira, talvez porque defender o seu partido, aquele que fez dele gente sem que tenha tido grande esforço, seria ir contra os objectivos políticos do pequeno partido de extrema-esquerda que tanto o ajudou a ter protagonismo político depois da presidenciais já que sem a falsa adesão do BE à treta da unidade da esquerda Alegre não teria tido tanta audiência

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

A FACE OCULTA DA FACE OCULTA!...



Na “face oculta da face oculta”, vemos um lado da mesma moeda, a “má moeda” da Democracia Portuguesa…
Não importa se PS ou PSD, quando ambos vivem mais “ocupados” em jogadas de bastidores do que em governação efectiva, talvez seja isto aquilo em que se tornou a política do século XXI e certamente será isto que temos de mudar…
Os media não são todos controlados pelo PS, nem pelo PSD, (sendo estes as suas maiores influências…), pelo que, as hostilidades acontecem de ambos os lados e não apenas uns a “massacrar os mártires salvadores”…
Claro que este fenómeno é extensivo a outros quadrantes, como a justiça (o mais óbvio!!!), a banca, a comunicação social, o próprio ensino superior e uma série de instituições que apodrecem pela falta de ética no sentido da perpetuação de poderes…
Este “estado de coisas”, não é exclusivo do (Eng.º?) Sócrates já vem de outros governos e de outras pessoas… a própria oposição não faria diferente, porque aquilo que interessa é o poder e a influência e não a responsabilidade de gerir os destinos de um País…
Existe a “face oculta da face oculta”, mas nem uma nem outra são faces ocultas, são apenas as duas faces da mesma moeda… Infelizmente para todos nós!!!

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

SE O PAÍS NÃO ENDOIDECEU, ANDA LÁ PERTO...



Não sei se muitos já se aperceberam disso, mas estamos a criar um país perigoso.

É perigoso:

- Um país em que se banalizam as escutas telefónicas como meio de prova e, pior, mesmo que inválidas, publicam-nas impunemente na internet e meios de comunicação social;

- Um país em que qualquer pessoa já pensa duas vezes antes de falar ao telefone;


- Um país em que se faz política com base em escutas telefónicas judiciais declaradas nulas;

- Um país em que um Juiz de um Tribunal de 1.ª Instância, impunemente, não cumpre despachos do Presidente do Supremo Tribunal de Justiça;

- Um país em que a maior parte dos casos mediáticos e importantes vão parar às mãos de um único Juiz de Instrução (como acontece no DCIAP);

- Um país em que um jornalista (à noite) e opinion maker (de manhã) pretende noticiar e opinar com base em alegadas escutas de um amigo de supostas conversas de café de terceiros;

- Um país em que um grupo de deputados do partido do governo propõe a publicação na internet dos rendimentos dos cidadãos como forma de combate à fraude e corrupção.

Isto não é o país das maravilhas… Temos muitos problemas. Mas talvez seja melhor ter alguns corruptos, do que viver num país de bufos, invejosos e vouyeurs. Espanta-me ver tanta gente a apoiar determinadas causas e a achar que os fins justificam todos e quaisquer meios. Repito: isso é perigoso, muito mesmo…




Francisco Proença de Carvalho


UM COMENTÁRIO:

O problema, medroso, não é a circunstância. É a instância. É muito giro saber isto tudo e vasculhar na vida "destes" personagens que, para si, são quase abstractos. O problema é quando o método chegar a si. Ou aos seus e àqueles que ama. Ou a um qualquer desgraçado totalmente inocente. Quando alguém pegar numa sua conversa - por mais cândida que seja - e a deturpar com fins de o prejudicar. Aí, caríssimo, quando tiver se ser você próprio a provar que é inocente (contra a omnipresença dos media e a velocidade de disseminação quase viral do youtube) é que vai ser o bom e o bonito. Portanto - e como este é um dos pilares do Estado de Direito - qualquer violação a esta norma é-me perfeitamente repugnante. Porque daqui até à justiça popular (e a total cobardia que as suas palavras encerram, voluntaria ou involuntariamente) é um saltinho.

Dou-lhe dois exemplos: apanho-o a falar ao telefone com um vizinho a dizer que vai "durante o fim de semana vai degolar aquela porca". Como tudo isto é basicamente incontrolável, alego que o medroso confessou, não que tinha ido à terra tratar dos fumeiros para o ano, mas sim que era responsável pela premeditação de um qualquer homicidio horrendo.

Punha as escutas no youtube, punha lá umas fotos de uma desgraçada qualquer assassinada num pinhal junto a EN1 - para criar ambiance - e pronto. 'Tavas entalado. A bem da nação. Bem podia o tribunal dá-lo como totalmente inocente, considerar (e bem) a acusação totalmente infundada, dar-lhe uma medalha e queixar-se dos tipos que constroem estes casos... a sua reputação estava arruinada. Um futuro patrão ia pensar duas vezes antes de lhe dar trabalho. Os pais dos amigos dos seus filhos iam começar a olha-lo de lado... entc e tal e coiso. A bem da nação, porque nunca fiando e isto é tudo uma cambada e hoje em dia não se pode confiar em ninguém.

Melhor ainda... por ser ainda mais credível. Imagine que, por desgraça, um seu amigo se enrolava aí nuns negócios escuros no tráfico de caramelos El Caserio. Por acaso, num telefonema, até falam de doces, que as peta zetas eram boas, mas o que gostava era de caramelos. Risota, o desta é que o benfica lá chega, e mais o caraças e ficavam por aí. Um ano depois o seu amigo é filado pela polícia. As escutas vêm à baila e, por mais que uma unica conversa seja inconclusiva - exactamente porque pode ser descontextualizada - as escutas vêm parar ao jornal. Tudo redigido, o medroso a dizer que "gosta é de caramelos" (já reparou que basta umas aspas?

Olhe, outra ainda mais gira, o Correio da Manhã apresenta um headline segundo o qual o medroso diz: "Eu gosto é de "carninha fresca". Tinha sido eu a dar a dica ao jornalista, depois de o ouvir aí dizer isso no tasco. Bonito, não é? Ia ser um sucesso lá na escola dos seus putos. Na mercearia aí do bairro. E bem podia desfazer-se em explicações... porque o o bichinho ia lá sempre ficar. Há sempre alguem que QUER acreditar. Que GOSTA de acreditar que, lá está, ainda bem que aquelas "provas" o confirmam, apesar dos sacanas dos tribunais o terem mandado embora.

Depois de tudo isto, por mais que tente defender o bom nome, era apenas uma questão de tempo até que meia duzia ai de vigilantes / cidadãos preocupados, depois de mamadas umas quantas minis e médias, o encontrassem na rua. E fizessem, pelas proprias mãos, aquilo que os tribunais não tinham feito: isto é, acusar o porco que tinha admitido que gostava era de "carninha fresca".

Mas enfim. Tinha sido a bem da nação.

Percebe agora o que quer tudo isto dizer? Ou vai deixar o "medo" (ou raiva ou lá o caraças que for) que tem do socrates toldar-lhe a razão?

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

OUTRO INCENDIÁRIO EM BRUXELAS...


Com a Dr.ª Manuela em coma induzido, Paulo Rangel perscruta a possibilidade de agarrar na mala de cartão e regressar à pátria. Nada o trava, nem que para isso ele tenha de comparar situações que são incomparáveis, fazendo campanha contra o país: a situação de Portugal é agora «semelhante à da Grécia». Tenham medo, muito medo, como diria o companheiro da Marmeleira.

C C

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

MARIO CRESPO - A VITIMA...


1. Será que ninguém se indigna que conversas privadas entre amigos, num restaurante, sejam tema de um artigo de opinião de um jornalista?

2. Será que voltámos ao tempo da “bufaria” pidesca (onde até se fazem dossiês sobre algumas pessoas…) , em que se tem de ter cuidado com o que se diz em privado?

3. Será que uma pessoa, em privado, não pode dizer mal, injuriar, mandar para onde quiser quem queira?

4. Será que o 1º ministro e outros não podem achar o jornalismo do Crespo parcial e mal feito?

5. Será que alguém do governo combina acabar com o jornalista Crespo num restaurante, cheio de pessoas com os ouvidos na conversa alheia, sabendo que o homem tem um programa próprio no canal privado do fundador do PSD?

6. Será que é pedir muito que um jornalista confirme devidamente as fontes da sua notícia – porque, de facto, este artigo seria uma “grande” notícia - e desse oportunidade ao contraditório, visto a coisa ter sido contada por entrepostas pessoas?

7. Será que um jornal, criminalmente responsável por o que se escreve no jornal, não deve questionar o autor de um artigo, especialmente quando os meios de obtenção da notícia não cumprem as práticas deontológicas, sobre a veracidade e confirmação do que escreve?

8. Será que não é estranho que o próprio jornalista Crespo se recuse a confirmar a notícia que dá e deixe de publicar o artigo na sua coluna semanal?

9. Será que não é estranho que o jornalista Crespo se coloque em bicos de pés na senda de outros grandes jornalistas, MMG e JMF, e se faça um mártir do jornalismo independente?

10. Será que não é estranho que o jornalista Crespo faça publicar o seu artigo num sitio ligado ao PSD?

11. Será que não é estranho que isto tudo coincida com a publicação, no próximo dia 11, do livro do próprio jornalista Crespo (e que, segundo já fez saber, inclui este artigo)?

Será?
C C

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

UM INSTRUMENTO DE ALERTA E DEBATE...

Clik na imagem para ver


Autarquias.org, um portal interessante para os munícipes e autarquias...


A Mealhada podia dizer, ou talvez consultar este site, e responder aos comentários que lá estão colocados sobre reclamações de munícipes.


Assim poderíamos saber todos se os problemas colocados no site tinham ou não sido resolvidos, porque na minha opinião este portal é interessante tanto para os munícipes bem como as autarquias…

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

AS IDEIAS DE PASSOS COELHO...


Logotipo da futura Orange TV, sucessora da RTP-1


O que há de comum entre Passos Coelho e Chávez? Aparentemente, muito pouco ou nada: Passos é fan do absolutismo capitalista e do Estado reduzido às funções de law & order, nos antípodas de qualquer conceito de social-democracia. Chávez é mais um ditador liberticida a caminho do comunismo e, a prazo, da pobreza, da falência e da queda. Passos é educado e cuida melhor da sua aparência física do que Chávez. Passos não tem carácter nem carisma, Chávez abunda nesses artigos. Em tudo, ou quase, Passos e Chávez são praticamente o oposto um do outro.

Mas hoje mesmo li sobre nova medida do ditador venezuelano para calar a televisão que não o incensa, medida que me fez lembrar a conhecida proposta de Passos Coelho de privatização do canal 1 da RTP. Tal como acontece com a ditadura de Chávez, à direita portuguesa não basta ter quase toda a comunicação social, quere-a toda. Nisso Chávez e Passos parecem-se bastante, embora com estilos e justificações diferentes.

A justificação, em Portugal, pode não parecer ideológica, mas no fundo é-o, de sinal contrário. Suprimir a televisão pública ou confiná-la a um pequeno canal de vocação mais cultural e elitista (logo, pouco comercial...) é um projecto ditado por uma ideologia anti-estatista, anarco-liberal, que pretende fazer imperar o dinheiro em todo o lado, transformando os tugas em robots dos tais "mercados" que Manuela Ferreira Leite deifica. Dizer que o Estado não deve ter um canal de televisão é dizer que a televisão deve ser propriedade exclusiva do capital privado, e dizer isso é defender que a televisão deve ser coutada da direita. É a ideologia totalitária do mercado aplicada à comunicação social, à liberdade de expressão, ao pluralismo informativo.




Como Belmiro de Azevedo já o disse com a sua proverbial boçalidade, a comunicação social privada pode fazer as campanhas políticas que lhe apetecer, inclusive campanhas porcas contra o governo socialista, porque o capital é seu, não do Estado. O governo, se quiser imprensa isenta, "tem que meter lá o dinheiro!" - bradou o sincero engenheiro.

A matilha laranja não gosta da RTP, que não alinha no necessário coro afinado para derrubar governos socialistas. A RTP é uma fífia nesse coro. Pacheco Pereira odeia a comunicação social que, sob governo socialista, não cultiva o pessimismo sistemático. Pacheco e a direita histérica acusam o governo de querer afastar Marcelo Rebelo de Sousa da RTP. Eles acham, até, que António Vitorino estava lá a mais. Pacheco Pereira disse-o preto no branco na Quadratura do Círculo: Vitorino teria sido posto na RTP simplesmente "para fazer pendant com Marcelo - o que é absurdo" (sic). Para este comentador político ultra-sectário, António Vitorino não teria inteligência, nem talento de comunicador, nem qualidades de analista político que justificassem a sua presença num programa da RTP. Foi só para 'fazer pendant'... Grande palhaço, este Pacheco!



A dupla palhaço rico PP/palhaço milionário Lobo Xavier, by Sharkito

A direita precisa de uma televisão monolítica para sustentar o seu poder político sem estes longos e irritantes períodos de jejum que a alternância gera e a que Passos Coelho chama, com displicência acaciana, "cair no rotativismo". A RTP tira mercado de publicidade ao tio Balsemão, que está completamente endividado e também se sente "asfixiado". A RTP não deixa expandir-se mais o canal da Ongoing do amigo Vasconcelos. A matilha laranja quer dividir a televisão pública entre os amigos e receptadores do costume, para nos poderem enfiar pela goela abaixo as homilias rançosas de Pachecos Pereiras e os histerismos de Manuelas Mouras Guedes em todos os canais, de manhã, de tarde e à noite.

Mesmo na Itália berlusconiana há vários canais públicos generalistas. Em França, em Espanha, em Inglaterra, na Alemanha, por toda a Europa existem e desempenham uma função de equilíbrio no panorama da comunicação televisiva. Aqui, é bom que se saiba que o candidato mais bem colocado (até agora) para ascender à liderança do PSD, quer acabar com o canal generalista da RTP, que nos últimos cinco anos tem tido entre 22 e 25% de audiência. É bom que se saiba porque, graças ao "rotativismo" que Passos Coelho abomina, em breve poderemos ter este fulano no poder, onde promete completar o império do dinheiro na televisão.
Nik

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

DIRECTAS E O CONGRESSO...






Não vou discutir das vantagens e desvantagens do método das “directas” na eleição dos líderes partidários. Não há sistemas perfeitos e pelo menos este respeita uma regra básica da democracia: um homem, um voto.


No entanto, numa altura em que os partidos estão demasiados concentrados nas suas questões internas, alterar o método de eleição mantendo o Congresso depois das “directas” anulou a possibilidade de confronto de propostas, ideias e projectos. Esse facto fez com que os partidos se fechassem cada vez mais sobre si mesmos.


Para que haja de novo reflexão interna e para que se possa saber o que realmente propõe cada candidato à liderança, seria aconselhável fazer primeiro um Congresso onde os candidatos se apresentam e defendam o seu projecto político alternativo, em igualdade de circunstâncias, dando depois espaço para os militantes participarem na discussão. Depois os vários candidatos fariam a sua campanha, com debates e entrevistas, e só após este período de intenso debate e esclarecimento é que se farias eleições “directas”.


Este sistema permitiria um Congresso verdadeiramente interessante e útil, uma campanha mais esclarecedora e, consequentemente, um processo de escolha mais equilibrado, justo, participado e democrático.


Paulo Amaral Barata

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

O ZECA FOI DESTRONADO...E AGORA SALDALHA!...


Como não dizia melhor aqui vai...
Na Mealhada - e como tem por hábito dizer o povo - leva-se à risca o ditado "Rei Morto Rei Posto".

Ainda mal se chora o falhanço da contratação do conhecidíssimo (???) actor Eriberto Leão (que parece não ter idade para deixar o país, ou melhor, o Paraíso) e a Associação do Carnaval da Bairrada já anda a destruir os cartazes e os folhetos que andou a espalhar durante dois dias pela região. Paralelamente, sabemos que já há quem se ofereça para ocupar tão pretendida cadeira real.

Senão vejamos: Porque raio anda o sr. Carvalheira a apressar o curso intensivo de Brasileiro numa conhecida escola de línguas da Bairrada? E porque anda o sr. Jorge Carvalho de tanga na piscina de uma conhecida unidade hoteleira do Luso? Claro que estas poderão ser as primeiras escolhas para substituir o fiasco do negócio com o sr. Eriberto. E para evitar o adágio "O Rei vai nu" aí estão estes senhores, respectivamente, a alargar os horizontes linguísticos e a trabalhar o bronze.

Podemos antever igualmente que a vida não está facilitada para estes dois barões da popularidade. Por um lado, será fácil prever que ainda aparecerá um outro pretendente a boicotar estas candidaturas, nem que para isso tenha que alegar que o piso do sambódromo não está conforme o caderno de encargos ou que o Carnaval sem a sua presença fica "carote". Ou quem sabe um amigo próximo desta figura que pode sustentar que se for Rei do Carnaval da Mealhada fará uma espécie de dois em um, já que dadas as suas aptidões técnicas pode estar próximo do abate dos cachorros que serão servidos na tenda gigante, com muitaaaaaaa mostardaaaaaaaaaaa.

Muitas mais figuras estão na linha da frente para esta mediática cadeira e a escolha torna-se difícil. O Júlio das maratonas, o Costa das maratonas atrás do presidente... e até o Saldanha, que se não tivesse que servir copos na tenda durante a festa não perdia a oportunidade de sentar o respectivo no local, onde Fercondinni, Pasquim, Tony Ramos e outros também sentaram.

Sempre com toque brasileiro (porque a organização sempre almejou alcançar os ditos da bandeira do Brasil e nunca conseguiu) o Carnaval da Mealhada tem um mês para encontrar um substituto para o Zeca.

Vamos ajudar a ACB? Deixem aqui as vossas sugestões