domingo, 20 de setembro de 2009

SÓCRATES NA MEALHADA


O secretário-geral do PS deixou hoje um protesto face à forma como está a ocorrer o debate político, dizendo que "já chega de ataques" nesta campanha, num discurso que dedicou sobretudo ao Serviço Nacional de Saúde (SNS).

"Já chega de ataques, já chega de críticas e de maledicência nesta campanha. Venho aqui pedir o voto no PS, em nome do fortalecimento do Estado social", declarou José Sócrates no jantar comício da Mealhada.

Falando a seguir à cabeça-de-lista do PS por Aveiro, Maria de Belém, Sócrates deixou contudo algumas críticas indirectas ao PSD.

"No nosso programa eleitoral, o SNS é citado 17 vezes. Nós não temos vergonha do SNS", disse, antes de também comparar a evolução do salário mínimo entre três anos do seu Governo e os três anos do executivo PSD/CDS-PP.

"Connosco subiu três por cento, mas nos três anos anteriores foi zero por cento: dez a zero portanto", comentou, recebendo palmas.

Na sua intervenção, o secretário-geral do PS fez também, alusões a medidas polémicas tomadas pelo seu Governo na área da saúde no tempo em que Correia de Campos tutelou esta pasta.

Na Mealhada, concelho vizinho de Anadia, que foi palco de violentos protestos contra o encerramento do serviço de urgências da vila, Sócrates advertiu que o PS defende o SNS, mas não tem uma perspectiva "estática" deste serviço público.

"Fizemos reformas, porventura mal compreendidas no início, mas que agora começam a ter aceitação. O SNS tinha que mudar e tinha que se modernizar", justificou.

In DD

sábado, 19 de setembro de 2009

TANTO QUE O SOL NOS CONTA...


O SOL diz tudo sobre a estratégia desesperada do PSD, lança a ideia de que pode haver um governo PS_BE pondo Louçã a dizer que é essa a solução que deseja, lança a nova estratégia do PSD a lançar o medo do fantasma de um governo com a extrema esquerda e coloca a solução desejada na boca de Paulo Portas. Por outras palavras, faz a festa, atira os foguetes e apanha as canas.
Até parece que o Povo Livre deu lugar ao SOL como órgão oficial do PSD, o que até poderia ser um cenário razoável, afinal o semanário, que lançou o famoso DVD numa tentativa de acabar com Sócrates, pertence a um conhecido dirigente do PSD.
Estou enganado ou Manuela Ferreira Leite está mesmo desorientada?

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

PÚBLICO: NÃO É MELHOR FECHAR A PORTA?

O mail, da verdade ou não? clik para ver melhor!





Esta é a pergunta que faço a Belmiro de Azevedo!



A redacção do público está a ficar com a mania da perseguição!



O que eles publicam e investigam é sério, o que os outros investigam e publicam é obra de conspiradores!



Esta de desconfiar do SIS é de loucos! Mas porque não haviam de desconfiar, se o SIS depende do gabinete do Primeiro-Ministro!


Só vos digo, o director do público está senil ou está cego pelo ódio que tem ao Primeiro-Ministro. Pelas declarações do jornalista do Público essa senilidade ou cegueira já passou para alguns elementos da redacção!

JÁ VIROU DESESPERO, TUDO CORRE MAL.


Afinal quem cria os casos para a campanha eleitoral como afirma Ferreira Leite, é o próprio PSD.

Compra de votos ontem denunciada por uma militante do PSD é a prova mais do que evidente que mais ninguém tem a ver com este caso. Hoje surgiu no DN a notícia que o assessor de Cavaco Silva, Fernando Lima foi que encomendou as ditas escutas em Belém. Se é certo que o PR não foi muito criterioso na escolha do seu “staff” se tivermos em conta por exemplo a inclusão nos conselheiros de Estado de Dias Loureiro, que está fortemente implicado nas negociatas do BPN que o levaram à falência e obrigaram o governo a privatizá-lo, com o consequente prejuízo de milhões de euros para o erário público e agora com a revelação destas escutas forjadas pelos próprios militantes do PSD, lançando a suspeita no partido do governo, são provas provadas, que este partido cuja líder tem por bandeira a “política da verdade”, não possuindo argumentos para canalizar votos para esta força política, se servem dos mais variados expedientes, nomeadamente o chamado jogo sujo para denegrirem o seu principal adversário. Obviamente que o somatório destes procedimentos que só servem para conspurcar o PSD, não contribuirão em nada para a sua vitória eleitoral.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

A COMPRA DE MILITANTES: ANADIA TAMBÉM É CAPITAL...


Segundo a revista "Sábado", nas disputas internas havidas nos últimos anos no partido laranja houve quem incorresse no crime de compra de votos a militantes angariados em bairros sociais, a quem eram pagas as quotas. António Preto e Helena Lopes da Costa são acusados de serem coniventes com estas práticas, muitas vezes apontadas como habituais no interior do PSD, mas também do PS e do CDS, os três partidos que têm ocupado o poder e empobrecem Portugal há 35 anos. Eis aqui uma das vantagens possíveis.
Ainda segundo aquela publicação, uma das estratégias de angariação de inscritos no PSD passaria pela contratação de avençados em juntas de freguesia que, para manterem os empregos, garantiriam a manutenção do poder ao presidente da sua secção. Troca de militância por trabalhos precários no sector público. Também é crime e também não é nada que surpreenda quem conheça o país onde vive. E em Anadia é mesmo igual, pois todos se lembram de Litério e as propostas de militantes que todos eles eram colaboradores da câmara municipal, é mera vassalagem ao seu “patrão”.
Conclusão, Anadia que sempre quis ser a capital da Bairrada comporta-se como a capital do país… e viva Litério, olé!

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

A GUERRA DAS LARANJAS


Ao contrário do que por aí se anda a dizer eu partilho da desconfiança de Manuela Ferreira Leite em relação aos “nuestros hermanos”, desde que nos levaram Olivença na sequência da famosa Guerra das Laranjas”. Aliás, essa de os Espanhóis nos terem ganho a Guerra das Laranjas é uma ofensa que nenhum militante do PSD que se preze pode perdoar.
Dizem as más-línguas que Manuela Ferreira Leite é incoerente ao agitar o espantalho espanhol, que tendo trabalhado para o Banco Santander não terá autoridade para usar as vestes de Padeira do TGV. Errado, antes de mais Ferreira Leite não trabalhou “para” o Santander, trabalhou “no” Santander, é uma coisa muito diferente, usou as instalações confortáveis do banco Espanhol para gerir o seu pequeno grupo de restauradores cavaquistas do PSD. Além disso, uma coisa é trabalhar e outra é ter emprego, Ferreira Leite era administradora “não executiva” do banco, ou seja, ganhava o dela e não fazia a ponta de um corno. Quantos portugueses se podem gabar se sacar mais de dois mil contos aos espanhóis sem mexer uma palha! Imaginem o que seria esta arte ao serviço dos negócios ibéricos, quando os espanhóis dessem por ela já estavam a pagar a despesa da Madeira sem darem por ela…

ESMIÚÇA OS SUFRÁGIOS COM A MANUELA

terça-feira, 15 de setembro de 2009

ESMIÚÇA OS SUFRÁGIOS COM SÓCRATES!

Correu até muito bem... Sócrates e Ricardo estão de parabéns. Hoje vamos ver como corre com a Manuela FL.
Porreiro Pá!...

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

A DEMOCRACIA METE-LHE MEDO.


Reacção da Dra. Manuela às tomadas de posição favoráveis ao TGV, dentro e fora de fronteiras:

Começa a ser um padrão.

Para a Dra. Manuela, quem a critica está a "intimidar" ou a "amedrontar".

A crítica, o debate, o confronto de ideias - coisas basilares da democracia - são, para a Dra. Manuela, coisas de meter medo. Daí à asfixia vai um passo. Quem a critica asfixia-a.

Estranha concepção de democracia.

domingo, 13 de setembro de 2009

VENCEU A ARROGÂNCIA DE MFL!...


Dizem que os debates se decidem entra a imagem, o estilo e o conteúdo. Em proporções variáveis consoante o ouvinte. A imagem de Manuela Ferreira Leite podia favorecê-la: apesar de tudo não exerce funções governativas desde 2004, e a memória colectiva sobre quem ela foi como Ministra das Finanças e Ministra da Educação podia estar enfraquecida. Por isso, me parece, que na imagem esteve o 1º erro de Manuela Ferreira Leite. Por alguma razão ela decidiu mostrar um ar antipático e agressivo, que era estratégia do PSD associar a José Sócrates.Um olhar vale muito. Manuela Ferreira Leite tinha dificuldade em olhar para o seu adversário. Passou uma imagem de desprezo pessoal que cai mal em política. McCain pagou-o caro ao recusar-se a tratar Obama pelo nome. Usualmente, os líderes fracos caem no erro de confundir força com manifestações de desprezo. Os portugueses já achavam, segundo a sondagem da Católica, que Ferreira Leite era mais fraca como líder. Ela só robusteceu essa ideia. E nesse ponto perdeu.O estilo autoritário, de quem não admitia certas expressões, como "falta de seriedade", ajudou a compor a figura. No mau sentido. Os portugueses viram que arrogância afinal tinha outro nome. Quem conferiu a Manuela Ferreira Leite o direito de se furtar aos qualificativos de que não gosta? Não foi o eleitorado. E quando eles são merecidos, pela inúmeras contradições em que cai face ao seu programa e ao que disse noutras ocasiões, tenho dificuldade em perceber se ela acha de facto que recebeu a unção divina da Verdade? Podia marcar pontos e não marcou. Para quem não acredita na humildade de José Sócrates, para quem não gosta de maiorias absolutas, para quem achava Maria de Lurdes Rodrigues arrogante, Manuela Ferreira Leite deve hoje ter sido um susto. Grave.
Em síntese, Manuela Ferreira Leite cometeu gaffes. Contradições. Foi arrogante na postura e caiu no erro de mostrar falta de cordialidade com o adversário. Para quem esteve na Administração do Santander, mostrou um estranho sentimento anti-espanhol, inspirado em Paulo Rangel. E foi fraca na defesa das suas ideias e no apontar de debilidades ao governo.A mais grave das mentiras disse-a a respeito da Segurança Social. Quando é reconhecido que o PS conseguiu a sustentabilidade do sistema, ela lançou um falso medo sobre as pessoas verem reformas reduzidas. Porque se o medo é verdadeiro, porque diz ela que não agirá sobre a segurança social se for primeira ministra?