quarta-feira, 9 de setembro de 2009

AGUARDO COM EXPECTATIVA... AS FESTANÇAS!


Depois de o comunista “arrependido”, Pina Moura, ter vindo enaltecer o programa do PSD, na defesa dos seus legítimos interesses pessoais, algumas figuras do PSD entraram em transe e, esquecendo as críticas outrora formuladas, apressaram-se a apontar o exemplo de uma pessoa com pouca credibilidade política e nula convicção democrática como exemplo de um socialista (num ápice o PSD de MFL transforma gente imprestável em heróis) defensor da política económica do PSD. Aconselharia o bom senso que esta aproximação de Pina Moura fosse silenciada, mas como esse predicado está, hoje em dia, ausente das práticas dos laranjinhas, abriram as garrafas de champagne e propagandearam a missiva do ex-comunista convertido às delícias do neo-liberalismo. Fizeram mal. Estas declarações de Paulo Mendo, ex-ministro da saúde de Cavaco, devem ter refreado os ânimos laranjas e retirado um trunfo a MFL, para o seu confronto com Sócrates no próximo sábado.Aguardo, com alguma curiosidade, as declarações de Marcelo Rebelo de Sousa.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

ZANGAM-SE AS COMADRES, DESCOBREM-SE AS VERDADES...

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Finalmente acabou esta forma suja de fazer jornalismo e curiosamente agora que se zangaram as comadres começam-se a conhecer algumas verdades.

A forma como for resolvida a situação de Manuela Moura Guedes pode ser decisiva para a continuidade de João Maia Abreu e Mário Moura, que podem ser reconduzidos pela Administração da Media Capital, empresa proprietária da TVI, como director e director adjunto, respectivamente. No entanto, caso não seja alcançado um acordo que resolva sem conflito a situação de Manuela Moura Guedes, "a solução poderá mesmo recair sobre uma solução externa à redacção da TVI", assegurou ao DN uma fonte da estação de Queluz. Alguns jornalistas contactados pelo DN asseguram que existem "alternativas internas de qualidade" e os nomes de Júlio Magalhães, Pedro Pinto e José Carlos Castro são os mais referidos.


Num aspecto todos estão de acordo: a Administração deve apresentar uma solução o mais rápido possível havendo mesmo alguma expectativa que a alternativa pode ser apresentada hoje ou amanhã.


Júlio Magalhães, que assegurou ao DN não ter sido convidado para director de Informação, defende que "nesta fase, é preciso que o bom senso e a serenidade voltem à redacção" e, para que isso aconteça, "é importante haver rapidamente uma decisão da administração para acabar com a instabilidade que a Redacção está a viver". Aludindo às várias histórias reveladas aos meios de comunicação social e na blogosfera sobre a vida interna da Redacção, o pivô alertou para a necessidade de as pessoas se acalmarem e pensarem que esta discussão na praça pública é prejudicial para a empresa, "podendo mesmo pôr em causa os postos de trabalho".


"Há todo um trabalho de onze anos de José Eduardo Moniz, que tornou a TVI líder de audiências, que está a ser posto em causa", afirmou. "É evidente que ao longo dos últimos onze anos aconteceram algumas situações mais desagradáveis, como em qualquer empresa. Mas a grande maioria das pessoas sente-se bem", concluiu.


Na edição de ontem o 24 Horas publicou o testemunho de vários jornalistas da TVI a denunciaram situações em que Manuela Moura Guedes terá tratado com prepotência e arrogância alguns colegas. E ao DN foi relatado um verdadeiro ambiente de guerra sem quartel instalado na Redacção, em que se contam espingardas pró e contra Manuela Moura Guedes. "Até amizades de anos já foram terminadas com um simples sms", confidenciou uma fonte.


Na blogosfera circulam muitas outras histórias. No blogue de Carlos Enes, jornalista que pertence à equipa do Jornal Nacional de 6.ª Feira, o tom dos post`s publicados e os episódios relatados mostram o que se vive neste momento na Redacção. E, para além de situações mais recentes, há quem chegue mesmo a lembrar o suicídio de Miguel Ganhão Pereira, alegando que o jornalista não terá aguentado a forma como era tratado e, por isso, pôs termo à vida…

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

A TEORIA DA SUSPEIÇÃO... LEIAM UMBERTO ECO




Nestes momentos sinto a existência de um governo sombra, de um conjunto de forças que são invisíveis aos olhos do português comum, mas que determinam as intenções de voto e comandam a orientação política do país. Falo em conjunto porque desconheço se trata apenas da comunicação social e dos seus patrões ou dos grandes grupos empresariais sediados em Portugal, ou das organizações não-governamentais, da maçonaria, do conclave de bildeberg, aquele clube (des) conhecido que reúne pós lados de Cascais e lança militantes anónimos no estrelato da política activa... trata-se da percepção de que um grupo restrito de cidadãos portugueses conseguem um espectro de influência mais amplo e prolongado do que o do primeiro-ministro. Soa a teoria da conspiração, mas para mim é mais fácil de acreditar. Simpatizo com o Partido Socialista por acreditar que se trata da instituição com maior capacidade de afastar as desigualdades sociais existentes em Portugal, nivelando a qualidade de vida de todos os cidadãos pela fasquia mais alta, estudando e apresentando soluções políticas e económicas que confiram a igualdade de oportunidades a fim de gerar uma sociedade mais justa, mais livre e mais aceitadora, mais capaz de processar e resolver problemas individuais impedindo a formalização de problemas de um todo; uma sociedade de futuro. E simpatizo com convicção.No entanto, por vezes atiram-me à cara que me enganei por ser simpatizante, pois os altos dirigentes do Partido aparecem, quase sempre em períodos pré-eleitorais, associados a escândalos maciços de corrupção ou pedofilia ou de tráfico de armas. É então mais fácil para mim acreditar que existe muita história mal contada, e muita verdade que ao povo português é propositadamente ocultada sobre o que está verdadeiramente em causa em vésperas de eleições. Parece que não é a verdade que mais ordena.
É lembramo-nos da carta anónima do militante do CDS-PP, em 2005, contra Sócrates, outra, acerca da liberdade de informação, não terá sido tudo outra armadilha bem montada para esta campanha eleitoral das eleições de 27 de Setembro, de alguns ditos sérios, que logo na primeira hora já tinham palanque montado e discurso feito para a situação? E mais, foi logo o senhor que no último governo PSD - CSD-PP, era ministro da Justiça (Aguiar Branco) e, expulsou da mesma estação televisiva o Pr. Marcelo Rebelo de Sousa e, lembrem-se de Pacheco Pereira o mais liberal do PSD que no ano da graça de 1993, José Pacheco Pereira era vice-presidente da bancada parlamentar do PSD. Cavaco Silva ia no seu terceiro mandato como Primeiro-Ministro, e a contestação era grande em muitos sectores sociais: dos "secos e molhados" (famosa manifestação que colocou polícias contra polícias), aos inarráveis episódios na educação, onde a Prova Geral de Acesso, as provas globais do 10º ano introduzidos dois meses antes do fim do ano lectivo, e o pagamento de propinas no ensino superior provocavam manifestações atrás de manifestações. Que geralmente terminavam com cargas policiais sobre estudantes, como tristemente veio a suceder na própria escadaria da Assembleia da República!
Então Pacheco Pereira zeloso como sempre do mito do cavaquismo, decidiu mudar as regras de circulação dos jornalistas no Parlamento para os impedir de recolherem imagens e declarações. O homem que veio da extrema-esquerda limitou efectivamente a liberdade de circulação nos corredores parlamentares. Era uma maçada incomodar os deputados e ministros da maioria. E uma maçada maior ter as declarações das oposições no prime time televisivo.
Mais, o que Aníbal Cavaco Silva quis dizer foi "que espera que a liberdade de expressão não tenha sido posta em causa no caso do cancelamento do Jornal Nacional de Sexta apresentado por Manuela Moura Guedes da mesma forma que foi aquando da mordaça que Manuela Ferreira Leite colocou a todos os professores quando era Ministra da Educação e quando Marques Mendes fazia os alinhamentos do Telejornal da RTP com José Eduardo Moniz.
Agora leiam, porque tudo se pode virar! E se calhar não leram “O Pêndulo de Foucault”, de Umberto Eco uma das imortais obras de literatura do século XX, este conhecido ensaísta e escritor italiano, labora sobre três amigos, Casaubon, Jacopo Belpo e Diotallevi, fascinados pelo submundo da literatura das teorias conspirativas históricas, e do papel das sociedades secretas nesse universo. Fascina-os, sobretudo, a crendice popular e o número de pessoas que compram tais livrinhos nas catacumbas do Metro de Paris. Histórias que cruzam a emergência dos Templários para tomar conta do mundo, a eterna busca do Graal que estaria nas mãos de grupos ocultos, os Rosa Cruzes e a sua luta perene com outras sociedades para dominar o fim dos tempos. Pelejadas de indícios circunstanciais, mas que lhes pretendem conferir credibilidade.
Casaubon, Belpo e Diotallevi decidem embarcar na maior das sagas: escrever eles próprios uma teoria conspirativa. Tão credível que arrastasse multidões e produzisse um sucesso de vendas. Considerando-se mais inteligentes que os restantes ficcionistas de pacotilha, criam uma história plena de indícios verificáveis que vai dos ritos brasileiros aos misteriosamente extintos Cavaleiros da Ordem da Cruz. Alegando estar o segredo no famoso Pêndulo de Foucault, que na Abadia de St. Martin des Champs, em Paris, exerce um fascínio místico sobre quem o vê. E que projectaria, no solstício de Verão, a determinada hora, a sua sombra na direcção do centro do mundo.
O problema com a criação de Belpo e dos seus amigos é que é demasiado bem sucedida. Demasiadas pessoas começam a acreditar. O que se inicia como uma mentira, para desmascarar os demais fantasistas, acaba por ir convencendo progressivamente o próprio Jacopo Belpo. E a tragédia que se abate sobre quem tentou manipular as multidões num determinado sentido é acabar por morrer às mãos da história que criaram. Porque já ninguém acreditou que fosse mentira, quando os tentaram convencer.

Os criativos do não-caso Moura Guedes cometeram o mesmo erro de Cavaco Silva, que no início dos anos 90 confessava não ter paciência para ler o Pêndulo de Foucault. Fazia-lhes bem. A manobra de diversão, a tentativa de prejudicar o PS e o Governo criando a ilusão, em que as pessoas podem cair, de que os suspeitos do costume são culpados, acarreta sempre o risco, como magistralmente demonstrou Eco, de se virar contra eles. Abrindo a caixa de Pandora das teorias cabalísticas, abala-se a democracia e os alicerces da III República. Mina-se a confiança nas instituições. E cria-se um exército de perigosos iniciados, que com a mesma facilidade com que hoje gritam contra o PS, poderão com igual fúria, em poucas horas ou dias gritar, contra quem montou a história.
E, tal como com Jacopo Belpo, será tarde de mais. Belpo morreu às mãos dos iniciados que criou quando lhes tentou explicar a mentira que tinha imaginado.

O mal, como se diz no Pêndulo, é que os iniciados num culto se tornam perigosos pelo seu fervor. Quem pensou nisto devia ter lido esse pormenor. E deveria ter tido presente que o Pêndulo sucede a outro estupendo romance de Eco. Em que a uma noite fortuita de paixão na Abadia dos vários crimes, onde o pecado era o riso, o jovem frade acaba por partir sem saber quem era a mulher que amou. Sem saber o seu nome. Sem saber o nome daquela rosa!
Na semiótica de Eco, a rosa é o símbolo do amor desconhecido. Do belo. Quem tentou matar a rosa com uma história conspirativa, arrisca-se a pagar o preço de não ter lido o romance que retrata aquilo de que é capaz uma multidão que acredita numa mentira.

Diz-se no Pêndulo, "Mas o mal, é que estes perigosos iniciados tomam por certo que estão na luz:"
Quase sempre o feitiço vira-se contra o feiticeiro, não se esqueçam, nem os que tem feito e lançado estas suspeições. Para se ganhar é preciso honestidade, e propostas diferentes inovadoras em que o povo acredite, não descredibilizar pela calúnia, o povo até pode acreditar, mas será sempre por pouco tempo, porque a verdade vem sempre a de cimo, como diz o povo. Já agora então a vossa política de verdade baseia-se na mentira mascarada de “careto”?

sábado, 5 de setembro de 2009

"SEM FUNDAMENTOS” DIZ PJ, DA CARTA QUE IMPLICA O PRIMO DE SÓCRATES


"O Dr. Almeida Rodrigues, afirmou que "tudo aponta para que o conteúdo da carta anónima" que implica um primo de José Sócrates na entrega de subornos para obter o licenciamento do Freeport "seja destituído de fundamento". "A ser assim, como tudo indica que seja, terão de ser extraídas as necessárias consequências jurídico-penais", no que pode ser entendido como uma possibilidade de ser aberto um inquérito para averiguar um crime de denúncia caluniosa e os seus autores.
Sabendo-se que esta carta esteve na base da última peça transmitida na TVI, da autoria de MMG, e de notícia no semanário O Sol, pergunta-se: Porquê continuar a privilegiar este assunto? A quem beneficia? Que interesses estão por trás? Será, de novo, uma carta anónima combinada? Era bom que a Justiça fizesse depressa o seu trabalho. Há 5 anos sucedeu qualquer coisa parecida também em véspera de legislativas e sabe-se quem estava envolvido.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

ISTO DA TVI DÁ MESMO JEITO…


Porquê acusar Sócrates e o PS?
Tudo indica que todo este caso está mal explicado e dá um jeitinho a...
Está mesmo a dar um jeitão ao PSD esta história da TVI, Ou não?
Claro que sim, se o PS tivesse algo a ver com esta história, então tinha dado um grande tiro no pé…
O PS teve todas as oportunidades, caso isso fosse possível, não agora, não, nesta altura do campeonato.
Agora a verdade é só uma, todo este caso dá um jeitão ao PSD e não só…
BE, CDS, PSD e PCP contestam, sem ambiguidade, a golpada de hoje na TVI. Muito bem.
O Sindicato dos Jornalistas critica, sem rodeios, a "ingerência ilegítima" da administração da TVI numa área da estrita competência da Direcção de Informação. Muito bem.
A ERC anuncia a abertura imediata de um processo de averiguações. Muito bem.
O ministro Santos Silva considera "absolutamente incompreensível" a decisão do Grupo Prisa de afastar Manuela Moura Guedes dos ecrãs e pôr fim ao polémico Jornal Nacional. Muito bem.
A redacção da TVI repudia "quaisquer actos que ponham em causa a sua dignidade profissional e independência jornalística, bem como a liberdade de imprensa em geral", contestando a supressão do Jornal Nacional. Muito bem.
A administração da TVI, em comunicado, atreve-se a dizer que defende a "independência, o rigor e o profissionalismo" da estação. Muito mal. É preciso não ter um pingo de vergonha para vir agora com uma arenga destas.

MAIS UMA DAQUELAS QUE CÉSAR NÃO ESPERARIA!...



Gonçalo Breda deu uma excelente entrevista ao RB.

Para quem não soubesse que o Gonçalo é do PSD, pensaria que ele está a fazer campanha pelo Cabral.
Vasta passar os olhos só neste pequeno apanhado, mas, tentem ler tudo no RB e, fica-se de boca aberta...não percam!

"Um desperdício de energias em assuntos pontuais”. É este o balanço feito por Gonçalo Breda Marques, acerca da campanha do seu próprio partido às eleições autárquicas que se avizinham. Depois de ter sido o candidato em 2001 e 2005, o ainda vereador da Câmara Municipal da Mealhada, eleito pelo PSD, não vai integrar qualquer lista. Admite ter sido convidado para a Assembleia Municipal, pela actual Concelhia, já depois de lhe terem retirado a confiança política. Mas garante: “até julguei tratar-se de uma brincadeira”.
In Região Bairradina

terça-feira, 1 de setembro de 2009

VEJAM SE EU NÃO FALO BEM DA MFL!...


Concordo com MFL na análise que faz aos comícios. Embora se perca uma das vertentes mais picaresca das campanhas, a verdade é que os comícios – embora sirvam para animar o comércio local, com a venda de couratos e bandeiras - só atraem os militantes dos partidos que os organizam. Não creio que sirvam para ganhar votos...

MFL também quer acabar com os outdoors e, mais uma vez, dou-lhe razão. Seria uma obra de caridade começar por retirar o outdoor que pendurou em frente à janela do meu quarto, responsável pelo meu mau humor nos últimos dias.

Embora num momento de crise a distribuição de toda aquela tralha de propaganda partidária ajudasse à sobrevivência de algumas “piquenas” e médias empresas, também concordo quando a líder laranja diz que aquilo é dinheiro deitado fora.

É certo que as campanhas eleitorais ficam mais tristes, mas a animação está assegurada pelas tiradas de alguns líderes.

MFL não disse que seria melhor acabar com os debates entre os líderes mas, se for eleita, daqui a dois anos estará certamente a defender a sua extinção, alegando que são uma perda de tempo. Não digam, pois, que estou sempre a desancar em MFL. Acabo de concordar com ela em três situações. Mas, como não posso concordar com tudo, há um pequeno pormenor em que discordo. É quando ela diz que "Em funerais, missas de sétimo dia e acções de campanha vai quem quer".

Na verdade, não é bem assim. Não irei de livre vontade ao funeral da democracia que ela preconiza, para fazer as reformas de que o país necessita. Por isso, talvez fosse melhor ressuscitar os comícios, distribuir a tralha panfletária e manter os outdoors, mesmo com o mau gosto patenteado por todos os partidos nos seus slogans. A democracia vale esse sacrifício.

sábado, 29 de agosto de 2009

NÃO É EXAGERO, MAS TUDO PODE ACONTECER COM ESTE PSD E CAVACO!


Depois de Deus Pinheiro, hoje o moço de recados ao serviço de Manuela Ferreira Leite é Paulo Mota Pinto, que de forma muito clara informa que "Não excluímos nenhum caminho [em relação a coligações]".

Obviamente que já se tornou claro que este PSD não trás nada de novo a não ser uma gigante e enorme vontade de tomar conta do aparelho do Estado, para dar sustento aos seus.

Nada, nem um segundo lugar nas eleições, os farão parar. A nomeação do Presidente para formar governo está mais que garantida, e a isenção presidencial que tem definido o equilíbrio da Democracia em Portugal está definitivamente atirada às urtigas.

Este presidente está a revelar-se o pior desde o 25 de Abril, mas em devido tempo avisou ao que vinha, quando se candidatou: Vinha para governar.
Nem que seja através de um governo fantoche, que é o lugar a que este PSD e esta líder, que nunca deu um passo na vida sem o beneplácito de Cavaco Silva, se está a candidatar.

Seria útil os portugueses abrirem os olhos para o golpe de Estado que se prepara.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

ÉTICA NA POLÍTICA II


http://psautarquicas2009mealhada.blogspot.com/
Esta é a página na net do PS Mealhada.
O suposto seria esclarecer os eleitores, os curiosos, sobre o programa para a autarquia mealhadense por parte do PS e seu candidato Carlos Cabral. Não, mais parece um adorno que fica bem nos outdoors, para transmitir a ideia de um partido moderno, adepto das novas tecnologias.
Desengane-se o partido, pode ser adepto das novas tecnologias mas não na Mealhada, na página a cima citada nada tem, a não ser a cara de Cabral que nós encontramos pelas ruas, e só, mesmo isto, fica-se com a sensação de que não precisamos de ser esclarecidos sobre os projectos para o concelho por parte do PS local.
Não existem nomes dos candidatos, o que pretendem? Mais parece que nós eleitores é que devemos escrever comentários, mas até isso não existe.
Porque será?
Será porque pensam que tudo está no “Papo”?
Enganam-se, até porque quem lhes dá os votos é o povo, e esse mesmo povo merece respeito, seriedade no tratamento, coisa que se esqueceram de tratar, sim tratar o povo com seriedade, com o respeito que lhes é merecido.
É este povo do concelho da Mealhada que os elege e lhes paga os bons vencimentos que auferem no exercício das funções autárquicas.
Esquecem-se que sem um voto massivo a sua eleição é algo doentio, quase ilegítimo, quando se pensa ou se tem a certeza que tudo está ganho, enganam-se, porque por vezes ganha-se por falta de alternativas mais consistentes e respeitadoras de um povo.
Não se deve pensar que tudo está ganho, só porque se vencem eleições, há mais, há um povo que precisa de ser escutado sobre os seus anseios, privações, aspirações, não se ganham eleições com um povo descontente, desconhecedor, que por vezes já vota no PS por hábito, e os eleitos se dão por satisfeitos, porque afinal são uma vez mais os vencedores… vencedores de quê?
Pelo que fizeram? Deram mais qualidade de vida aos seus munícipes? Vão fazer ainda muito mais para melhorar a qualidade de vida? Cumprir o que ficou por cumprir?
A missão é tornar-se mais próximo do seu eleitore e não só, de todos os munícipes, porque quando se ganha uma autarquia tem de se ser presidente de todos os seus munícipes.
Já agora, na página da net não entendo porque não têm as listas de candidatos! tive conhecimento através da imprensa, o que me intrigou. Talvez queiram saber, talvez não, mas aqui vai:
É que muitos candidatos são como “cromos”, estão repetidos em vários cargos a eleger e uma pessoa salta-me à vista Arminda Martins, pois a senhora está como candidata à câmara, como candidata a deputada da assembleia municipal e ainda como candidata a deputada à assembleia da republica embora suplente.
Será que o PS se debate com falta de nomes para os diversos cargos?
Não acredito, pois o PS tem muitos militantes no concelho uns mais conhecidos, outros menos, mas todos válidos, mas se calhar é só uma mera conveniência, talvez até, uns quantos interesses menos esclarecidos.
Mas, afinal quem sou eu para duvidar do trabalho da comissão politica do PS Mealhada? Ninguém, eu simplesmente sou um curioso que gosta de política e de lisura.
Mas, no meio destas simples linhas só peço que oiçam mais este povo que vos tem dado várias vitórias, porque a politica é para servir e não para ser servido!
É que desta vez têm um candidato, um candidato, muito fácil de vencer. Qualquer um ganha a César, mas para a próxima a coisa pode não correr tão bem, isto porque todos nós temos de nos dar ao respeito e os eleitos, então têm de dar o exemplo, e saber escutar tanto o roto bem como o mais esclarecido, ou melhor o mais influente todos somos importantes para o desenvolvimento de uma terra…
Não se esqueça, meu caro Rui Marqueiro, bem como o candidato à câmara Carlos Cabral, é que nem sempre o vento nos corre de feição, portanto não devemos criar falsas expectativas no povo deste município.
Há sempre uma palavra!...