quinta-feira, 16 de abril de 2009

GAIUS E AS SUAS FOBIAS!...


Este é o post do Milha Calígula: Dr. António Miguel Ferreira, o advogado das galerias São Sebastião Anadia.

"Era uma vez uma Câmara muito rica, muito rica mas muito probrezinha de espírito.
Nessa Câmara existiam 400 funcionários e no Município em questão para cima de 5000 habitações contribuintes de IMI. Para o ano de 2008 a vereadora dona da bola de cristal previu que ao fim do ano gastaria uns 9 milhões de euros em salários a funcionários e acarredaria uns 2 milhões de euros em impostos sobre o património dos munícipes.Nesse mesmo ano, não morreu, não se despediu nem foi despedido nenhum funcionário, pelo que no fim do ano as continhas bateram todas certo e a "Maga Filomena" teve uma execução orçamental da despesa de 100%.Também nesse ano não se construiram nem se demoliram quaisquer habitações, pelo que também aqui a vidente vereadora executou 100% da receita prevista.No fim de ano, perante tais brilhantes resultados, a Câmara estava efusiva e fez uma grande festa... mas o Povo estava descontente!Perante tal ingratidão, do alto da sua petulância, o Presidente chamou meia dúzia de súbditos aos quais perguntou:"Meus servos, não vos compreendo!! Fomos nós brilhantes a executar um orçamento e mesmo assim não estão felizes!! Que se passa?"Logo um munícipe mais afoito lhe disse:"Sabe Vossa Alteza, é muito lindo dizer que a Câmara é brilhante na execução dos Orçamentos, quando a única coisa que faz é pagar salários a funcionários e cobrar impostos aos munícipes. O chato é que são os vizinhos que têm museus, teatros acabadinhos de estrear com programação cultural atractiva, mercados municipais novinhos, limpinhos e arejados, zonas desportivas de qualidade e iniciativas quase diárias em conjunto com as escolas e instituições.""Fazer continhas de somar e subtrair daquilo que é mas que certo até eu as faço na minha mercearia e não sou Presidente de Câmara".O ilustre Presidente, descoberto que afinal "o rei vai nú", lá foi apressado inaugurar a obra do século... o parque parkour da Mealhada.Benditos caracóis."

Ave Caesar

Este é o meu comentário, o que não foi publicado pelo Gaius.

Porquê?

Será que o Gaius não gosta das verdades...

Será que o Dr. do PSD não gosta da Verdade?

Aqui vai Gaius (Tó Miguel), não publicaste no Milha, publico eu.


Caro Gaius,
A comparação é sempre com a mesma terra Anadia.
Será que ainda não percebeu que não há comparação possível entre a Mealhada e Anadia?
Na Mealhada nem tudo é perfeito, de acordo, mas pelo menos distribui os equipamentos desportivos, culturais, e sociais pelo concelho.
Anadia, têm tudo instalado na sua sede de concelho, o que quanto a mim é uma vergonha, não falando na política do deita abaixo que se pratica em Anadia, porque como sabe, ou pelo menos devia saber, em Anadia nada se recupera ou preserva, tudo se deita no chão e, depois ergue-se de novo, é a terra em que a politica do betão predomina (veja-se o teatro antigo que o deixou cair depois de o comprar à misericórdia ai ainda bastante recuperável).
Há mais, veja só a rua central de Anadia (Júlio Maia, a rua pedonal, que de pedonal nada tem) e veja o risco que se corre com os prédios em ruína absoluta (um deles com mais de 16 anos em ruína depois de um incêndio), em que os comerciantes têm medo da tragédia, que um dia destes pode acontecer, não falando na sanidade pública nesta mesma rua com os ratos por todo o lado devido aos ditos prédios em ruína absoluta.
Quanto ao mercado tem de estar mais atento à satisfação dos anadienses, porque ela é nula, pois o centro desta cidade está morto e, com todas estas mudanças, estes arejamentos, como lhe chama, Anadia cheira, melhor fede.
O dito centro desportivo só pode ser melhor que o da Mealhada no sentido de estar tudo junto, muito juntinho e, como não existe nada em nenhuma terra ou vila do concelho. Um concelho grande como é o de Anadia, então tudo se concentra, tipo tomate enlatado. Actividades culturais? Não sei ao que se refere, a não ser a feira da vinha e do vinho, porque não há mais nada, até porque o teatro de Anadia novinho como diz, mas que custou a nascer devido aos vários erros de construção, e porquê? Porque o Prof. da telescola, é presidente, arquitecto, engenheiro, capataz, e licenciado no quero posso e mando sem olhar a quem!...
Na Mealhada há alguém parecido na vereação, a dama também sabe de tudo e manda em tudo, é a mulher dos sete ofícios, mesmo comparáveis, e aí estamos de acordo.
Temos duas pessoas parecidas em câmaras diferentes, mas isso - eu já tinha descoberto há muito tempo, e quem tem culpa é quem lhe dá trela.
Quanto ao parque da cidade da Mealhada penso que não há nada a criticar, a não ser não ter sido feito há muito mais tempo. Em Anadia o meu caro Gaius tem de descobrir um espaço verde porque eu não conheço, conheço sim muitos sítios em betão, mesmo um sítio bonito como o Monte Crasto, um sítio natural com uma vista magnífica, não tem sido aproveitado como um espaço de lazer, pois tem todas as condições para ser a jóia verde de Anadia, isto claro se Litério não se lembrar de construir mais uma grande superfície, em cima do cemitério, visto que para ele (Litério), os espaços de lazer são as grandes superfícies.

ESTOU VIVO E ESCREVO SOL


Para o Pirandelho, o senhor (a) detentor da "inteligência" mealhadense, dono da razão, dono da... Pirandelho, um ser onde só mora a moralidade, onde na só passa a verdade, um ser que, tudo 0 que ninguém sabe nem vê... sabe o Pirandelho...


Eu escrevo versos ao meio-dia

e a morte ao sol é uma cabeleira

que passa em frios frescos sobre a minha cara de vivo


Estou vivo e escrevo sol

Se as minhas lágrimas e os meus dentes cantam

no vazio fresco

é porque aboli todas as mentiras

e não sou mais que este momento puro

a coincidência perfeita

no acto de escrever e sol


A vertigem única da verdade em riste

a nulidade de todas as próximas paragens

navego para o cimo

tombo na claridade simples

e os objectos atiram suas faces

e na minha língua o sol trepida


Melhor que beber vinho é mais claro

ser no olhar o próprio olhara maravilha é este espaço aberto

a rua

um grito

a grande toalha do silêncio verde


António Ramos Rosa

terça-feira, 14 de abril de 2009

SALVEM O FASCISMO!...




Manuel Alegre disse, de umas directrizes banais relativas ao profissionalismo das funcionárias da Loja do Cidadão em Faro, o seguinte:
"É uma coisa de cariz fascizante, totalitário, contra a liberdade individual, é inconstitucional, tem que ser revogada sob pena de qualquer dia numa repartição alguém querer dizer como usar o cabelo e que livro ler, estas coisas são sinais, multiplicam-se estes sinais, tem que ser levado a sério."
Manuel dispõe de poder suficiente para aparecer na comunicação social sempre que quiser. Reúne à sua volta algumas figuras públicas com importância política dentro do PS e à volta dele. No Parlamento, comporta-se como líder independente, votando como lhe dá na real gana. Fora do Parlamento, é parte da oposição ao Governo, deixa-se manipular pelo BE, ameaça criar um novo partido, não se envergonha de apoiar figuras como João Palma, Presidente do Sindicato dos Magistrados. Correm boatos de que está a tentar negociar, ou forçar, o apoio do PS a uma nova candidatura presidencial. Sempre que abre a boca, salta cá para fora o milhão de votos, seguido ou antecedido do 25 de Abril, da esquerda e da sua magnífica pessoa. A sua pessoa, é o próprio a lembrá-lo sem descanso, tem muita importância para a sua pessoa.


Pois bem, o homem faz 73 anos em Maio. Existe a possibilidade de que ainda se imagine a chefiar a Frente Patriótica de Libertação Nacional, tendo em conta que se apresenta no papel de salvador da democracia portuguesa, chantageando o próprio partido onde ganhou a vida. E que terá ele para mostrar? Que feitos, ideias, meros acontecimentos relacionados com as suas funções políticas, pode Alegre referir que tenham contribuído para algum salto qualitativo na sociedade? Não há memória de nada, nadinha, nicles. Tem sido funcionário do PS, profissional do Parlamento, apenas mais um daqueles cidadãos que contribuíram de alguma forma para a mudança de regime, como largos milhares, e depois ficaram com privilégios oligárquicos e vaidade infinita, como algumas centenas. Se porventura viesse a ocupar a Presidência da República, realizando a soberba de se apresentar ao povo como rei-trovador, a boçalidade pacóvia seria torrencial ― e os riscos de intervenções populistas, e dementes, seriam tantos quantos os dias em que tivesse poder político para tal.


Se isto é assim, e não parece que venha a melhorar, antes pelo contrário, vamos combinar uma coisinha, Manuel Alegre de Melo Duarte: diz as maiores bacoradas que te surgirem na moleirinha sobre o Governo, Sócrates, o PS e a esquerda, fogo à peça, mas não apagues o fascismo da História. Por favor. Não nos estragues essa tão útil memória, que tanto revela dos nossos avós, pais e irmãos.


Sim, poeta, quando te permites relacionar o fascismo com um episódio de legítima e bondosa ― mesmo que discutível, como tantas outras dimensões da vida social e profissional ― regulação da aparência de quem serve o público representando o Estado, estás a ofender as passadas, presentes e futuras vítimas de todos os tiranos e seus cúmplices. E pior: estás a reduzir o fascismo aos conflitos morais inerentes à democracia. Isso é grotesco e, se tivesses um pingo de sensatez, chegava para que pedisses perdão pela desonra que cometeste cego e bruto.


Valupi

quinta-feira, 9 de abril de 2009

LUSO: LIGA DOS ÚLTIMOS E...



Jorge Carvalho, presidente do luso C. D. do Luso, mostra uma vez mais o dinamismo pela sua terra na ”Liga dos Últimos “ da RTP.
Mostra a todos que trabalha pelo luso, desta vez por um clube de futebol, sabe o que diz, e o que quer, sem papas na língua. Sem medos, admite, que por se estar já em campanha eleitoral, talvez o luso possa jogar no “Centro de Estágios do Luso”, mas… talvez no fim do campeonato, tipo festa de final de época.
Triste!... que uma terra tenha um clube de futebol a jogar na 2ª Divisão Distrital zona sul, tenha de utilizar um campo pelado com poucas condições para a prática do futebol, quando tem um centro de estágios na mesma terra, que está às moscas a maior parte do ano. O Luso está em terceiro lugar da classificação. A Mealhada está na cauda da tabela (penúltimo) mas tem um estádio municipal (agora até renovado), muito bem, mas as outras localidades se tem equipamentos porque não os podem utilizar? Será que umas freguesias são de 1ª outras de segunda?
A autarquia deve estar ao lado do desporto, penso que quando existem infra-estruturas elas devem ser utilizadas, e neste caso tem mesmo de ser rentabilizadas, porque é de desporto que falamos e a politica tem de ficar de fora.
O desporto deve ser apoiado, incentivado, pois todos nós temos noção do bem que nos faz tanto em termos físicos como psicológicos, e os equipamentos desportivos autárquicos são pagos pelos munícipes, por isso devem ser utilizados pelos mesmos e, não só pelos visitantes. Há que apoiar o desporto, e não fazer de conta que se apoia, a Mealhada tem um estádio, a Pampilhosa tem um estádio também apoiado pela autarquia e, muito bem então porque não o luso? Visto que até tem o equipamento disponível na sua terra, e quase sempre às “moscas”? Com um funcionário camarário permanente (adjunto do Prof. Luís Simões), será para que este senhor não tenha muito trabalho na sua manutenção? Será porque o presidente do cube do Luso tem opiniões divergentes do Prof. Carlos Cabral? Se assim é, então estamos mal, porque então quem for de outro partido as represálias poderão ser muito piores.
Não podemos olhar a cores partidárias ou a opiniões destoantes, quando falamos de assuntos tão importantes como o bem desportivo, cultural ou da solidariedade…
Senhor Carlos Cabral, à que repensar bem, mesmo muito bem, o apoio as colectividades de índole sócio cultural, recreativas e solidariedade, porque elas são alicerce do desenvolvimento do concelho, e não se compadecem com semblantes, mas sim com atitudes coerentes.
Gostei de ver o Luso na liga dos últimos na RTP, porque mostrou uma postura que outros clubes não mostram perante as câmaras de televisão, em que muitas vezes mais parece um programa de apanhados, não foi o caso, mesmo na 2ª distrital fiquei mais uma vez orgulhoso de ser deste concelho, sabemos estar e mostrar a nossa terra, até a secretária do clube (Ucraniana) sabia para o que estava, e o que queria.
E viva o C D do Luso!
Vivam todas as colectividades que tem por intenção servir as populações e não serem servidas!...

terça-feira, 7 de abril de 2009

Solidão e fragilidade do poder

A maior parte dos portugueses, se posta perante a possibilidade de trocar de lugar com Sócrates amanhã às 9 da matina, assumindo o cargo de Primeiro-Ministro, ficaria cagada de medo. Recusariam de imediato e ficavam incrédulos com o convite. Mas o mesmo aconteceria se o convite fosse para daqui a 1 mês, ou 6, ou 1 ano ou 100. Temor e tremor, seria o resultado dessa experiência.

Mas não só no caso do Governo. Quantos portugueses aceitariam estar à frente do PSD, por exemplo? Quantos estão dispostos a ficarem expostos? Quantos conseguem sequer falar em público para o público? Quantos arriscam discutir ideias próprias, negociar compromissos com adversários, defender vontades de terceiros? Quantos aguentariam a pressão da responsabilidade máxima e constante? Quantos portugueses fazem alguma ideia da complexidade de chefiar o Governo, ou um partido, ou um destino?

No entanto, parece que não faltam valentes prontos para a função. Manuela Ferreira Leite, Francisco Louçã, Jerónimo de Sousa, Paulo Portas, Santana Lopes, Pedro Passos Coelho, Luís Filipe Menezes, Marques Mendes, Carlos Carvalhas, para ficar pelo passado recente, são nomes que, de uma forma ou outra, têm estado na calha para nos governar. E trazem os seus companheiros e amigos com eles, há muita gente que saliva por gabinetes, secretárias, motoristas, seguranças, repórteres, salamaleques, almoços grátis, conhecer o Mundo e os mundanos. Sempre assim foi e será.

Paradoxo? Não, imbecilidade. Os que tentam derrubar o poder vigente na chã cobiça de o substituir, nesse exercício erradamente designado por oposição, ignoram o que é a solidão e fragilidade do poder. Ignoram por inexperiência ou vício. Esses, claro, são os que mais estranham ver um primeiro-ministro a pedir ajuda à Justiça.
Aspirina B

quarta-feira, 1 de abril de 2009

A DEFLAÇÃO EM CARNE E OSSO


Depois de décadas sob a ameaça da inflação, esse grande roedor dos salários reais / poder de compra, eis que está aí o problema, ainda maior, da deflação. Numa sociedade com algum equilíbrio entre oferta e procura e que tivesse os movimentos da procura assentes num real poder de compra, uma etapa temporária de deflação seria um fenómeno positivo para os consumidores, na medida que ajustaria os preços e geraria competitividade no fornecimento de produtos e serviços. Mas esta deflação é uma das grandes bolhas da crise e prenuncia efeitos sociais tremendos em que aquilo que agora se vê não chega a ser uma amostra. E que tem, como hipótese, um único resultado positivo á vista: o estoiro da cultura consumista e do seu suporte sócio-económico.

A desproporção do monstro consumista estava latente como a rã da fábula. O comércio ao concentrar-se em grandes superfícies em vez de se racionalizar expandiu-se, gerando a multiplicação da oferta. Os consumidores não resistiram à religiosidade dos novos templos de comércio-lazer, gastando acima do poder de compra real e por recurso parcial ao crédito. Este boom consumista, simultâneo com a diminuição da produção de riqueza pela actividade transformadora criadora de mais-valia (em que esta rarefacção produtiva libertou uma massa imensa de mão-de-obra em conjugação com o vector convergente do resultado da inovação tecnológica nas empresas que sobreviveram), foi ainda um gigantesco gerador de postos de trabalho (um grande shopping alberga centenas e é o sucedâneo moderno das grandes concentrações operárias do passado) que funcionou como almofada amortecedora do desemprego.

Com a crise do crédito e o incremento do receio perante o futuro, apesar de um ligeiro mas positivo aumento do poder de compra, os consumidores retraíram-se drástica e repentinamente no consumo. Uns querem ter dinheiro à mão para enfrentarem o incerto do amanhã. Muitos outros, chutados dos seus empregos, não compram, não podem comprar, acima das necessidades de sobrevivência. Nos pontos de venda, os stocks acumulam-se, as vendas baixam, o expediente é baixar os preços, multiplicando “saldos” e “promoções”. Neste movimento de inércia sem mostras de retorno, temos a deflação. Quantos vão aguentar? Quantos postos de trabalho se vão salvar? Qual o preço do fim da sociedade de consumo que andámos a alimentar? Haja por aí uma alma que me (nos) anime. De preferência, que não seja economista ou gestor.
João Tunes

quarta-feira, 25 de março de 2009

CÉSAR CARVALHEIRA UMA ALTERNATIVA FALHADA!...


Comentário anónimo sobre César carvalheira:

“Carvalheira surge no PSD pelas mãos de Ângelo Correia. Na altura Carvalheira era presidente do partido socialista na Mealhada e candidato para a Câmara. Ângelo Correia a pedido de Gilberto Madail desafiou Carvalheira para mudar de camisola prometendo-lhe altos voos. Carvalheira tanto quis voar que aterrou perto. Madail deixou-o cair da Federação e Ângelo Correia como não o conhecia pensava ter encontrado uma grande bisca. Pois enganou-se e o povo não gostou do vira casacas. (...) E todos aqueles que na altura acharam que Carvalheira era uma boa aquisição já se arrependeram. Falecido Prof. Alberto, Quim Luxo, Hilário, Manuel Barbeiro, Elísio... Nenhum deles conseguiu educar o homem e fazer dele gente. Ângelo Correia já demonstrou que só usou o partido em seu proveito, é um homem de negócios e nada mais.”


O comentário anónimo que têm vindo à praça pública através dos blogues mealhadenses á cerca de César Carvalheira, só têm vindo dar razão ao que já escrevi a respeito da ideologia deste senhor, que é hoje o candidato a presidente da câmara da Mealhada nas listas do PSD.
Sempre liguei aos seus interesses pessoais como empreiteiro de obras públicas, porque era a sua actividade principal no momento da sua troca de Partido, até porquê era o presidente do PS Mealhada, e o candidato mais bem colocado para as autárquicas nas listas do PS na época, mas a sua troca do PS por o PSD valeu-lhe a derrota a favor de Marqueiro do PS.
Isto porquê? Porque o povo não é "parvo" como por vezes alguns o tomam.

Todos nós temos o direito de mudar de partido, porque não acreditamos no projecto, nos líderes, ou porque não cumprem com o que nos foi prometido. Agora, César não é o caso, até porque estava como líder de um partido, em que podia definir as linhas de orientação do partido para o seu concelho, mas como já ele disse a um jornal, o governo era do PSD, era Cavaco o primeiro-ministro de Portugal e com maioria absoluta. E César disse ainda â pouco tempo, "que para fazer mais pela Mealhada tinha de estar no PSD".
Algo em que numa acreditei, e sempre rebati com os seus interesses pessoais, até porque na época e por causa das incompatibilidades, a sua empresa de construção civil mudou de nome e gerencia, algo estranho para mim e para quem estava atento.
E este comunicado anónimo só comprova as minhas razões de desconfiança à pessoa do presidente do PSD Mealhada, bem como ao candidato à câmara da Mealhada. Até porque mostra muito mais do carácter deste nosso concidadão, algo mais perturbante para os mealhadenses. Porque mostra bem a sua personalidade interesseira, pouco circunspecta nos problemas dos cidadãos mealhadenses, visto que neste comentário agora divulgado mesmo como anónimo, mostra bem quem é César Carvalheira, e mostra que a pessoa que o divulga é um profundo conhecedor da dita personalidade (César), mas que se quer manter no anonimato, talvez com medo de represálias.
Agora pergunto, será que a Mealhada precisa de um candidato deste tipo?
O PSD não teria um candidato com interesses em servir o concelho?
Mais a democracia na Mealhada, precisa de alternativas credíveis, sem interesses pessoais, sem propósitos de subserviência, mas sim com fundamentos coerentes de serviço à comunidade, e não em seu préstimo.

Algo que cada vez é mais preciso na Mealhada, servir, e não ser servido!...

terça-feira, 24 de março de 2009

TUDO NEGRO?


Manuela Ferreira Leite disse que apresentou uma proposta para novo Provedor de Justiça, mas não o divulga.
O PSD já deve ter um nome para cabeça-de-lista às eleições europeias, mas não diz quem será.
O grupo parlamentar social-democrata vai propor esta semana na Assembleia da República a criação de um fundo de emergência social público suportado pela periclitante Segurança Social, mas não indica o montante necessário.
Os sociais-democratas podem ter uma agenda de segredos, mas cheira-me é que perderam a agenda e estão completamente no escuro...

João Carvalho

segunda-feira, 23 de março de 2009

DURÃO E O CÃO DE ÁGUA PORTUGUÊS!...


Entre o cão-de-água e o Durão Barroso não tenho a mais pequena dúvida em justificar o meu orgulho nacionalista com o primeiro, até porque vai viver na Casa Branca enquanto o Durão Barroso nem chegou a ter o direito a um fim-de-semana em Camp David, ao contrário do que sucedeu com Aznar que não só beneficiou da hospitalidade dos Bush como ainda levou uma medalhinha do Congresso dos EUA. Ao menos o cão-de-água portuga não precisa de mandar a GNR para o Iraque ou tentar vender a GALP à Carlyle ao preço da uva mijona parar entrar pela porta grande, até tem direito a cama, comida e roupa lavadinha na Casa Branca e ainda a uma página na internet, e se lhe der para morder alguém nem corre o risco de ser repatriado para o Algarve.
Esta coisa de sermos a favor da escolha de Durão Barroso para presidente da Comissão Europeia só porque é português e independentemente da sua competência ou de qualquer avaliação do seu desempenho do cargo não faz muito sentido. Se fosse eu não o escolheria para primeiro-ministro, nem mesmo para presidente da minha junta de freguesia, então porque razão o hei-de impingir aos europeus? Até porque acho que o cão-de-água vai deixar mais saudades na Casa Branca do que o Barroso em Bruxelas.
Jumento

sábado, 21 de março de 2009

HAJA PACIÊNCIA!...


Para todos aqueles que todos os dias tentam desafiar a minha Paciência!

Há dias dei por mim a pensar como será o mundo de cada um e nesse apercebi-me de realidades tão diferentes.
Não que fossem uma surpresa para mim, mas quando realmente olhas a tua volta e te apercebes do que te rodeia torna-se assustador!
Realidades por vezes tão pequenas e encolhidas, como quem não vê mais além de sua própria “rua”. Sem se aperceber que existem milhares de “avenidas”, “vielas”, “bairros”, “cidades”, “países”…. Como alguém que tem tão pouca cor na sua vida que se entretém com a cor da vida dos outros.
Realidades! Outras há! Tão grandes que nos assustam com sua plenitude e globalidade. Que nos despertam, nos acordam para um mundo totalmente diferente.Reparem como a diferença de realidades está apenas entre nós. Está na nossa abertura para o que nos rodeia, para nos deixar que mostrem para além do que o nosso próprio horizonte.Há os que reagem bem, aceitam, integram-se, abrem o livro do mundo e vivem, aprendem, conhecem. Há os que se fecham, censuram e fogem por não terem a mesma coragem e preferem ficar no seu próprio preto e branco.
Apenas vos "peço" que vivam para além dos vossos horizontes, sejam globais, marquem positivamente as pessoas que se cruzam no vosso caminho. Percebam como por vezes gastamos tanto do nosso tempo a apreciar o mundo de outro alguém… Como por vezes nos preocupamos tanto com o superficial que nos tornamos igualmente superficiais, passando na vida de outros sem marcar ou deixar qualquer recordação.