
Eu desprezo os covardes que se fazem de vítimas para jogar para os outros a responsabilidade por seus insucessos.
Eu desprezo os mártires orgulhosos, que aprumam o queixo e batem no peito dizendo bem alto “Eu sou humilde!”.
Eu desprezo os que se endividam por amor ao luxo e à imagem que os demais fazem deles, jogando fora projectos em troca de aparências.
Eu desprezo o orgulho da burrice, o olhar desafiador dos que são ignorantes por escolha e se vangloriam disso.
Eu desprezo os corvos de mau agouro, que deprimem as ambientes com suas vergonhas e seus preconceitos, contagiosos como a peste.








