quarta-feira, 30 de julho de 2008

“PS LANÇA PC”


Claro que não é o que estão a pensar, o governo PS não lançou o Partido Comunista (PC), mas sim um computador portátil fabricado em Portugal, em parceria com a “INTEL”, dirigido a crianças do 1º ciclo.
Parece que Portugal está a dar cartas a muitos países na era da informática ao nível do ensino. Pois são poucos os países que apostam em novas tecnologias ao nível do 1º ciclo até ao secundário. Com o programa “e escola”.
Portugal está de parabéns, só com conhecimento em novas tecnologias desde tenra idade poderemos ser melhores, porque desenvolvemos o gosto pela inovação.

terça-feira, 29 de julho de 2008

LIVRO "O JAVALI" APRESENTADO NA MEALHADA


A Câmara Municipal da Mealhada, apoia Livro científico sobre o “Javali”.
No dia 23 de Julho na Biblioteca Municipal da Mealhada, decorreu a apresentação do livro Científico “O Javali” da autoria de Carlos Fonseca e Fernando Correia, com edição de João Azevedo. A apresentação foi feita por Jorge Cancela, da Direcção Geral dos Recursos Florestais, e contou com a presença do Presidente da Câmara de Penacova, Maurício Marques, Carlos Cabral Presidente da Câmara da Mealhada, entre outros Autarcas e familiares.
Este livro retrata o javali em Portugal e no mundo. É uma obra marcante na divulgação do conhecimento da espécie. É uma obra de linguagem acessível, rica em termos de conteúdo, é de salientar o trabalho do Prof. Carlos Fonseca, devidamente ilustrado pelo Dr. Fernando Correia.
Também de salientar o carinho com que a Câmara da Mealhada apoiou o projecto, em que os autores louvaram e agradeceram.
A Mealhada tem de andar de braço dado com a cultura…isto penso eu! E fez bem em apoiar este projecto como outros que possam surgir, porque a Mealhada precisa de "beber" cultura!

NÃO


Não formar nenhuma ideia
Do que somos ou seremos
Mas entre as vozes que fogem
Precisar o que dizemos.
Dormir sonos ante-céus
Abismos que são infernos.
Dormir em paz. Dormir em paz,
Enfim a nota segura.
Lembrar pessoas e dias
Que penetraram no espaço
De eventos primaveris.
E dar a mão aos espectros
Beijá-los lendas,perfis.
Amar a sombra,a penumbra
Correr janelas e véus.
Saber que nada é verdade.
Dizer amor ao deserto
Abraçar quem nos ignora
Dormir com quem não nos vê
Mas precisar do calor.
De quem nunca nos encontra.

(Natércia Freire)

segunda-feira, 28 de julho de 2008

POBRES DE ESPIRITO


Quem rouba uma arte doutrem, de antemãos

e dá a esse exercício, que é senão um ladrão

sem vergonha ou bom senso ou credibilidade

e, em tudo que põe mão, seu nome falsidade


Pior quando diante das evidências julga razão

defendendo o iníquo nome com a indignação

dos falsos profetas, omitindo aí toda verdade

pois palavra rarefeita é, o que usa, iniquidade


Gentinha assim, não carece doutros o perdão

mas pena e indiferença, a quem com dignidade

leva adiante, sua vida régia, sem contestação

Então temos de lutar, contra a escamoteação

eis sujeitos estamos, a toda a podre realidade

e, que anda, de boca em boca, de todo o vilão


(Jorge Humberto)

domingo, 27 de julho de 2008

Jardim diz que ter um primeiro ministro como José Sócrates é um "insulto" aos portugueses



O presidente do PSD-M, Alberto João Jardim, disse hoje que é "um insulto" Portugal ser governado por um primeiro-ministro como José Sócrates e afirmou que os sociais-democratas madeirenses tudo farão para permitir uma viragem política.

Penso que não seria digno de comentário mas...
Este senhor parece mais um "cão" que não conhece o dono. Será que este "atrasado mental" não tem dois dedos de testa para reconhecer que ele e alguns madeirenses se alguma coisa tem devem aos portugueses que vivem não só em Lisboa mas em Portugal. Acho que já é tempo de acabarmos com este arruaceiro nos bastidores de Portugal e deixá-lo lá com o seu condado que em nada nos interessa, pois quem nos coma aquilo que nós desembolsamos em impostos já cá temos, não precisamos de ser comidos por alguém que não sabe reconhecer o esforço daqueles que lhes mata a fome.

Peço desculpa, mas para este senhor só assim!

Para os Madeirenses o meu apreço porque não tem culpa do "verme" que os governa!

A "UM" PRESIDENTE DE JUNTA DE FREGUESIA DA MEALHADA


Manuel José da Costa e Silva nasceu no dia 05 de Setembro de 1945, na então vila de Anadia. Apesar da sua naturalidade e residência durante a juventude ser vivida em Anadia, certo é que desde cedo passou a partilhar os dias com o seu pai na loja de estilo antigo, uma, senão a única, retrosaria na Mealhada.

O amor por esta terra que o acolheu e lhe deu o trabalho, passou a ser uma causa.

Aliado a este amor pela terra e gentes da Mealhada, vinha também o gosto pelas causas que entendia nobres, a ajuda aqueles que, segundo ele, eram os que mais precisavam e com esta ideologia surgia a filiação no partido socialista.

O facto de trabalhar num local que lhe proporcionava o contacto directo com as pessoas de perto, a loja transformava-se num refúgio onde eram contadas as confissões mais intimas de cada família, as suas angústias e problemas. O Sr. "Manel Zé", ou simplesmente "Manel", para os mais intimos, passou a ser tão conhecido como aqueles seres tão característicos da Mealhada, populares pelo seu carácter de pessoa íntegra, frontal e excessivamente amiga.

As suas participações no partido socialista e na própria vila da Mealhada valeram-lhe a eleição por sucessivos mandatos pela Junta de Freguesia de Mealhada e a participação na Assembleia de Freguesia, como seu Presidente.

A sua vida foi vivida intensamente em prol dum concelho que não era o seu por naturalidade, mas por coração e devoção.

Todos os dias, já depois de casado e a residir na cidade de Coimbra, a sua vida era feita na Mealhada. Coimbra e Anadia, não eram suficientemente fortes para lhe roubar o amor por aquela terra que lhe proporcionou os seus maiores amigos e o seu crescimento como ser humano. Muitas foram as pessoas que ao longo dos anos bateram à porta do "Armazéns da Mealhada", para pedir ajuda e favores, aos quais não negava, mesmo podendo estes vir de pessoas de vários quadrantes políticos. A importância residia em ajudar os que mereciam, e este merecimento era entendido por ele, pelo carácter da pessoa e não da sua ideologia partidária.

Mas a vida tem destas coisas, e dizem os mais velhos e sábios, que Deus só recolhe os bons de espirito, para velarem por aqueles que mais precisam na terra. Lutou de uma forma quase que heróica contra o cancro, como se ele nunca existisse, mesmo quando a dor e o sofrimento dos tratamentos o queriam impedir de vir para a sua Mealhada. -lo sempre, até quando a doença o deixou praticamente cego.

A luta heróicamente travada durante mais de uma dezena de anos contra o cancro, terminava de forma teimosa no dia 22 de Agosto de 2005, em vésperas de completar os seus 60 anos de idade.

Como legado deixou a sua coragem, amor e dedicação aos seus mealhadenses, mais do que razões suficientes para que nesta altura a Câmara da Mealhada já tivesse recebido uma proposta do Presidente da Junta de Freguesia para uma justa homenagem, para que cada um de nós possa recordar, relembrar, ou simplesmente tomar conhecimento quem foi este Homem.

AS FESTAS DE SANT'ANA, QUE AGORA NÃO EXISTEM!


Em tempos idos na Mealhada, por esta data todas as ruas estavam engalanadas, casas eram fartas de comida, de convívio.
Dias antes tinham andado pelas ruas da Mealhada vários rebanhos de cabras para que as pessoas comprassem a só ou a meias para depois se poder fazer a tradicional Chanfana, que iria ser um dos pratos principais das Festas de Sant’ana.
Era ver todos nós de roupa nova, orgulhosos porque nessas alturas eram poucas as vezes que se tinha uma veste nova.
Era ver qual das ruas tinha ficado mais bonita porque de noite todos as andaram a engalanar, para que a sua fosse a mais bela a quando da passagem da Majestosa Procissão de nossa Senhora de Sant’Ana.
Havia garraiadas, bailes, ciclismo, artistas da “rádio televisão”, ranchos folclóricos (Unidinhos da Mealhada), teatros amadores, carroceis, todos transpirava-mos felicidade! Eram os imigrantes que vinham de férias os dias eram pequenos para tanta emoção…
Hoje, olho não se faz nada tudo se perde, estas tradições morrem como vai morrendo o povo que as criou. É triste…mas fazem a procissão em honra de nossa Padroeira Sant’Ana! Já não é mau, é péssimo para uma cidade que deixa perder a sua identidade cultural!

QUEM SEREI?


Escrevendo eu descubro as minhas verdades mais profundas, aquelas que por mais que eu quisesse seria incapaz de contar a qualquer outra pessoa além de mim mesmo. Procuro me definir e me compreender melhor e embora nunca consiga inteiramente, há sempre uma brecha que me conduz a uma nova leitura do texto comicamente dramático das certezas e incertezas que sugerem quem eu seja.
Descubro-me e surpreendo com cada nova face do meu espírito, elucidada pelas palavras que brotam dessa vontade insaciável de escrever, como tentativa de descobrir quem sou. Talvez seja isso, escrevo não apenas como tentativa encontrar um sentido para vida mas, antes de tudo, para explicar a mim mesmo quem eu possa realmente ser. Será possível a alguém chegar a uma descoberta tão aterradora sem atravessar o campo das dúvidas e das contradições?
Há a possibilidade de cada um de nós abrigar múltiplas facetas que compõem tudo o que somos por completo, pensamentos e sentimentos, verdades e ilusões mas, se ainda não encontrei todas as respostas, é porque ainda não conheci todas as perguntas.

sábado, 26 de julho de 2008

A INDIGÊNCIA...

No início da caminhada que leva à indigência espiritual e moral dos tempos presentes, estão os esforços nefastos de não poucos para destronar Cristo, o desapego da lei da verdade, que ele anunciou, da lei do amor, que é o sopro vital do seu reino.

Desviemos um instante os olhos
de nossa própria indigência
e de nosso limitado horizonte;
levemo-lo sobre esses homens
que venceram o mundo
nos quais a vontade,
atingindo a perfeita consciência de si,
se reconheceu em tudo que existe...
(Schopenhauer)

sexta-feira, 25 de julho de 2008

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